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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa fecha na máxima aos 128 mil pontos e avança 2% na semana; dólar recua e fica abaixo de R$ 4,90 após Powell

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1 de dezembro de 2023
7:40 - atualizado às 18:37

RESUMO DO DIA: O Ibovespa conseguiu manter o ritmo de ganhos de novembro e seguiu renovando máximas ao nível dos 128 mil pontos.

Com a agenda local mais esvaziada, o mercado acionário brasileiro acompanhou o desempenho de Wall Street, em meio a novas declarações do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell.

O presidente do banco central norte-americano reconheceu os progressos da política monetária mais restritiva com relação à inflação, mas descartou corte de juros no momento, deixando a porta aberta para possíveis elevações dos juros.

Na Ásia, o fechamento dos negócios foi majoritariamente negativo, em reação a dados de atividade econômica. Na Europa, as bolsas encerraram o dia em tom positivo, com otimismo de que o ciclo de aperto monetário na Zona do Euro está próximo do fim graças à desaceleração da inflação.  

O Ibovespa encerrou o pregão em alta de 0,67%, aos 128.184 pontos. Na semana, o principal índice da bolsa brasileira avançou 2,13%.

O dólar terminou o dia a R$ 4,8689, com recuo de 0,70%. Nos últimos cinco dias, a moeda norte-americana desvalorizou 0,36%.

Confira o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (1º):

MAIORES ALTAS E QUEDAS DA SEMANA

O Ibovespa avançou mais de 2% na semana.

Confira as maiores altas da semana no Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVARSEM
CIEL3Cielo ONR$ 4,3415,43%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 53,6314,62%
EMBR3Embraer ONR$ 22,8414,09%
COGN3Cogna ONR$ 3,2912,67%
LREN3Lojas Renner ONR$ 16,3812,50%

E as maiores quedas da semana no índice:

CÓDIGONOMEULTVARSEM
BRKM5Braskem PNR$ 18,01-10,89%
RRRP33R Petroleum ONR$ 29,40-8,41%
KLBN11Klabin unitsR$ 21,16-7,80%
PRIO3PRIO ONR$ 44,57-5,59%
SUZB3Suzano ONR$ 51,76-3,20%
MAIORES ALTAS E QUEDAS DO PREGÃO

O Ibovespa fechou aos 128 mil pontos, na máxima intradiária.

O tom positivo foi impulsionado pelo discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, que reconheceu que a política monetária mais restritiva está fazendo efeitos sobre os preços, com a desaceleração da inflação.

Em reação, os rendimentos os rendimentos dos Treasurys se afastaram da marca psicológica de 5%, o que refletiu no forte alívio na curva dos juros futuros (DIs) no Brasil — e impulsionou as ações mais sensíveis ao juro.

Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,177,43%
CIEL3Cielo ONR$ 4,306,97%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 6,386,87%
EMBR3Embraer ONR$ 22,806,05%
PCAR3GPA ONR$ 3,545,67%

Na ponta negativa, as ações da Braskem (BRKM5) foram pressionadas pela possibilidade de rompimento de Mina em Maceió ainda nesta sexta-feira (1º). A região está com alerta desde ontem (30).

Na última quinta-feira, a Justiça aprovou a tutela de urgência pedida em ação civil sobre o evento geológico em Alagoas, com o valor R$ 1 bilhão na ação. Além disso, há o temor de que o processo de venda da fatia da petroquímica na Novonor seja atrasado.

Klabin (KLBN11) continuou estendendo as perdas da véspera após o Itaú BBA e Bank of America (BofA) cortarem o preço-alvo das ações e rebaixarem a recomendação de venda do papéis.

As petroleiras, por sua vez, recuaram na esteira da desvalorização do petróleo.

Confira as maiores quedas do pregão:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRKM5Braskem PNR$ 17,95-6,17%
KLBN11Klabin unitsR$ 21,25-5,85%
SUZB3Suzano ONR$ 51,85-3,59%
PRIO3PRIO ONR$ 44,52-3,07%
RRRP33R Petroleum ONR$ 29,39-1,97%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa iniciou dezembro estendendo os ganhos de novembro. O principal índice da bolsa brasileira fechou em alta de 0,67%, aos 128.814 pontos, na máxima intradiária.

Com a ausência de destaques na agenda de indicadores, os investidores locais acompanharam apetite ao risco do exterior, impulsionado pelo discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell.

O dirigente reconheceu os esforços do Banco Central dos Estados Unidos com efeito na desaceleração da inflação, mas manteve a porta aberta para novas elevações nas taxas de juros.

Porém, as falas de Powell injetou otimismo nos investidores, com aumento do apetite ao risco nas bolsas internacionais — incluindo o Ibovespa. Também em reação, os rendimentos dos Treasurys se afastaram da marca psicológica de 5%, o que refletiu no forte alívio na curva dos juros futuros (DIs) no Brasil.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 encerrou as negociações abaixo dos dois dígitos.

Por aqui, o único destaque foi dados de atividade industrial. Segundo o IBGE, a produção industrial avançou 0,10% em outubro ante setembro, com ajuste, acima do esperado pelo mercado.

Na comparação anual, a indústria ficou estável. No acumulado de 12 meses, também houve estabilidade.

Na semana, o Ibovespa acumulou alta de 2,12%.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York encerraram o pregão com tom positivo. Os investidores reagiram a novos dados de atividade econômica e declarações do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell.

Confira o fechamento de Nova York:

  • S&P 500: +0,59%, a 4.594,63 pontos;
  • Dow Jones: +0,82%, a 36.245,50 pontos;
  • Nasdaq: +0,55%, a 14.305,03 pontos.

O "chefão" do banco central dos Estados Unidos disse que o Comitê de Política Monetária (Fomc, na sigla em inglês) não precisa agir com "pressa" daqui para frente. Para ele, a inflação "está indo na direção correta", ainda que esteja acima da meta de 2% no ano.

Powell reconheceu que os esforços do Fed tem surtido efeito sobre a economia, principalmente, em relação à desaceleração dos preços.

O dirigente também afirmou que o número limitado de dados disponíveis aponta para uma desaceleração do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos, após o crescimento "muito forte" registrado no terceiro trimestre.

Por fim, o índice de atividade econômica (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial recuou a 49,4 em novembro, em linha com o previsto. Os dados foram divulgados, em leitura final, pela S&P Global.

O indicador abaixo de 50 aponta retração econômica, no caso, do setor industrial do país.

Na semana, o S&P 500 subiu 0,7%; o Dow avançou mais de 2% e o Nasdaq acumulou ganhos de 0,2%.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar fechou a R$ 4,8807, com baixa de 0,70%.

A moeda norte-americana recuou após as declarações do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell.

O dirigente do banco central dos Estados Unidos reconheceu os progressos na luta contra a inflação, mas descartou o corte de juros, mantendo a porta do aperto monetária ainda aberta.

Ele ainda afirmou que vê um caminho possível para retornar a inflação à meta de 2%, em meio à política monetária ainda restritiva e desaceleração da atividade econômica do país.

Na semana, o dólar recuou 0,36%.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos futuros do petróleo fecharam o pregão em queda, ainda repercutindo a decisão da Organização dos Países Produtores de Petróleo e Aliados (Opep+) de manter os níveis produção, enquanto outros países-membros optaram por cortes voluntários.

Os futuros para fevereiro do petróleo Brent terminaram o dia com baixa de 2,45%, a US$ 78,88 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os futuros do WTI para janeiro fecharam com recuo 2,49%, com o barril a US$ 74,07, na New York Mercantile Exchange (Nymex).

Ontem (30), Arábia Saudita anunciou o corte de mais 1 milhão de barris por dia (bpd), enquanto a Rússia aumentou a redução para 500 mil bpd. Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Casaquistão, Argélia e Omã também anunciaram reduções na produção.

Na semana, os contratos futuros do Brent e do WTI recuaram cerca de 1%.

JUROS FUTUROS SEGUEM EM RECUO

Os juros futuros (DIs) seguem em ritmo de recuo em toda a curva, com a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 operando abaixo dos dois dígitos.

Confira as taxas dos DIs agora:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F24DI Jan/2411,88%11,89%
DI1F25DI Jan/2510,29%10,32%
DI1F26DI Jan/269,92%9,98%
DI1F27DI Jan/2710,03%10,10%
DI1F28DI Jan/2810,30%10,36%
DI1F29DI Jan/2910,47%10,53%
DI1F30DI Jan/3010,59%10,67%
PETROLEIRAS RECUAM

As ações das petroleiras operam em queda na esteira do recuo do petróleo.

Os contratos futuros do Brent recuam 2%, com o barril negociado a US$ 79,23.

Confira a cotação das companhias do setor negociadas no Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
PRIO3PRIO ONR$ 44,40-3,33%
RRRP33R Petroleum ONR$ 29,49-1,63%
PETR3Petrobras ONR$ 37,31-1,03%
PETR4Petrobras PNR$ 35,64-0,75%
BANCOS RECUAM

Os bancos recuam em bloco com os investidores mais cauteloso sobre a discussão dos juros sobre capital próprio (JCP).

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que que pretende incluir o JCP na medida provisória que trata das subvenções do ICMS. Para ele, há condições para que isso aconteça.

"Se houver acordo dos líderes, a proposta entra [no texto sobre subvenções do ICMS]", disse Haddad.

Confira a cotação dos bancos negociados no Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
BPAC11BTG Pactual unitsR$ 34,99-1,55%
SANB11Santander Brasil unitsR$ 30,72-0,90%
ITUB4Itaú Unibanco PNR$ 31,39-0,59%
BBDC3Bradesco ONR$ 14,25-0,21%
BBDC4Bradesco PNR$ 16,25-0,12%
BBAS3Banco do Brasil ONR$ 54,20-0,13%
SIDERURGIA E MINERAÇÃO EM ALTA

As companhias de mineração e siderurgia operam em alta na esteira do desempenho do minério de ferro.

A commodity, negociado em Dalian, avançou de 1,99%, com a tonelada a US$ 136,69.

Confira a cotação das principais companhias do setor:

CÓDIGONOMEULTVAR
USIM5Usiminas PNAR$ 8,265,09%
CSNA3CSN ONR$ 17,194,69%
VALE3Vale ONR$ 75,372,06%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PNR$ 10,401,17%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 7,190,42%
CMIG4Cemig PNR$ 11,070,00%
BRASKEM (BRKM5) RECUA 10%

Braskem (BRKM5) lidera as quedas do Ibovespa com queda de 10,19%, a R$ 17,18.

Os papéis recuam com os investidores de olho na possibilidade de rompimento de Mina em Maceió ainda nesta sexta-feira (1º). A região está com alerta desde ontem (30).

Na última quinta-feira, a Justiça aprovou a tutela de urgência pedida em ação civil sobre o evento geológico em Alagoas, com o valor R$ 1 bilhão na ação.

Além disso, há o temor de que o processo de venda da fatia da petroquímica na Novonor seja atrasado.

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO PREGÃO

O Ibovespa opera em alta de 0,41%, aos 127.850 pontos, com apoio do avanço do ritmo de Nova York.

Cielo (CIEL3) lidera os ganhos do principal índice da bolsa brasileira com avanço de mais de 7%, com expectativas de aumento das receitas no quatro trimestre.

Usiminas (USIM5) e CSN (CSNA3) também avançam na esteira do desempenho do minério de ferro.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
CIEL3Cielo ONR$ 4,317,21%
USIM5Usiminas PNAR$ 8,315,73%
CSNA3CSN ONR$ 17,275,18%
PCAR3GPA ONR$ 3,525,07%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 6,275,03%

Na ponta negativa, Braskem (BRKM5) recua quase 10% com os investidores monitorando o risco de rompimento de mina em Maceió. Além disso, há ainda cautela sobre a continuidade do processo de venda da fatia da petroquímica na Novonor.

Klabin (KLBN11) recua após o Itaú BBA e Bofa cortarem o preço-alvo das ações e rebaixarem a recomendação de venda do papéis.

E as maiores quedas do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRKM5Braskem PNR$ 17,32-9,46%
KLBN11Klabin unitsR$ 21,28-5,72%
SUZB3Suzano ONR$ 52,21-2,92%
PRIO3PRIO ONR$ 44,81-2,44%
MRVE3MRV ONR$ 9,45-2,28%

PETRÓLEO OPERA CAI

Os contratos futuros do petróleo operam em queda, ainda repercutindo a Organização dos Países Produtores de Petróleo e Aliados (Opep+) de manter estável as projeções da produção da commodity.

Os futuros do Brent sobe 1,31%, a US$ 79,79 o barril. Já os futuros do WTI avançam 1,53%, com o barril a US$ 74,77.

IBOVESPA RENOVA MÁXIMA

O Ibovespa renovou máxima com avanço de 0,59%, aos 128.084 pontos.

CIELO (CIEL3) SOBE 7%

As ações da Cielo (CIEL3) lideram os ganhos do Ibovespa com alta de 7,21%, a R$ 4,31.

Os papéis são beneficiados por expectativas de aumento das receitas no quatro trimestre, de olho no 13º salário.

Além disso, os resultados positivos da Black Friday e Cyber Monday.

COMO ANDAM OS MERCADOS

As bolsas internacionais sobem e ampliam o ritmo de alta em reação ao discurso do Powell, considerado mais 'dovisk' pelo mercado.

Há pouco, o presidente do Federal Reserve (Fed) afirmou que vê um caminho possível para retornar a inflação à meta de 2%, em meio à política monetária ainda restritiva e desaceleração da atividade econômica do país.

Repercutindo Powell, os índices de Nova York estendem os ganhos:

  • S&P 500: +0,64%;
  • Dow Jones: +0,78%;
  • Nasdaq: +0,54%.

O Ibovespa opera com alta de 0,54%, aos 128.005 pontos, ainda próximo da máxima intradiária.

SUZANO (SUZB3) VAI DISTRIBUIR R$ 1,5 BILHÃO EM DIVIDENDOS, MAS OUTRO ANÚNCIO FAZ AS AÇÕES CAÍREM FORTE NA B3

A Suzano (SUZB3) começou o dia agraciando os investidores com um anúncio de dividendos robustos. A gigante de papel e celulose vai depositar R$ 1,5 bilhão em juros sobre o capital próprio (JCP) para os acionistas em 10 de janeiro de 2024.

O montante corresponde ao valor bruto de R$ 1,16337 por ação. Vale lembrar que, ao contrário dos dividendos, os JCP estão sujeitos à mordida do Leão, com retenção de 15% de Imposto de Renda na fonte.

A remuneração tem base no lucro demonstrado no balanço da companhia no terceiro trimestre de 2023 e faz parte do dividendo mínimo obrigatório. 

Vale lembrar que a empresa registrou um prejuízo líquido de R$ 729 milhões nos três meses encerrados em setembro, devido ao impacto negativo da desvalorização cambial sobre a dívida e operações com derivativos.

Leia mais.

DÓLAR ABAIXO DOS R$ 4,90

O dólar mantém o ritmo de queda, operando próximo da mínima renovada há pouco ainda repercutindo as falas do presidente do Federal Reserve (Fed).

A moeda norte-americana cai 0,74%, a R$ 4,8794.

Já o indicador DXY, que compara o dólar com uma cesta de seis moedas globais, recua 0,18%, aos 103.308 pontos.

Powell afirmou que a política monetária mais restritiva tem surtido efeitos sobre os preços, como a desaceleração da inflação. Por outro lado, o dirigente manteve não fechou as portas para uma nova elevação dos juros adiante.

JUROS FUTUROS BATEM AS MÍNIMAS

Após bater as mínimas em meio ao discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), as taxas do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 e para 2027 seguem abaixo dos dois dígitos.

Para os demais vencimentos, as taxas reduzem em toda a curva, acompanhando o recuo dos rendimentos dos Treasurys em Nova York.

Confira o desempenho dos DIs:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F24DI Jan/2411,87%11,89%
DI1F25DI Jan/2510,29%10,32%
DI1F26DI Jan/269,90%9,98%
DI1F27DI Jan/279,99%10,10%
DI1F28DI Jan/2810,26%10,36%
DI1F29DI Jan/2910,43%10,53%
DI1F30DI Jan/3010,56%10,67%
POWELL RESPONDE À PERGUNTA DO MILHÃO: O FED VAI CORTAR OS JUROS?

Quem olhou para Wall Street enquanto o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, discursava nesta sexta-feira (01) imaginaria que o chefão do banco central dos EUA assinou embaixo da expectativa do mercado de corte de juros — mas se enganou. 

Os principais índices da Bolsa de Valores de Nova York mantiveram a rota da abertura, com o Dow Jones beirando as máximas do ano, mesmo depois de Powell ter descartado a possibilidade de afrouxar a política monetária agora. 

Apesar de uma série de indicadores positivos recentes em relação aos preços, o líder do banco central norte-americano disse que a política monetária se manterá restritiva até que o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) esteja convencido de que a inflação está regressando solidamente à meta de 2%.

“Seria prematuro concluir com confiança que atingimos uma posição suficientemente restritiva, ou especular sobre quando a política poderá relaxar”, disse Powell em evento em Atlanta. “Estamos preparados para apertar ainda mais a política se for apropriado fazê-lo”, acrescentou. 

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TREASURY DE 10 ANOS TOCA MÍNIMA E ARRASTAM DI

Os juros projetados pelo Treasury de dez anos, como é conhecido o título de dívida do governo norte-americano, tocou a mínima do dia há pouco, a 4,24%, e arrastou a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027, que atingiu o menor nível, a 10,02%.

O alívio na curva americana veio com o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, que reconheceu os progressos do banco central norte-americano na luta contra a inflação, mas descartou o corte de juros, mantendo a porta do aperto monetária ainda aberta.

IBOVESPA SOBE 0,34% E BATE MÁXIMA INTRADIÁRIA

Enquanto o dólar renova mínimas na esteira do discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, o Ibovespa atinge o maior nível do dia.

O principal índice de ações da bolsa brasileira sobe 0,34%, aos 127.766,32 pontos.

Em seu discurso, Powell reconheceu os progressos com relação à inflação, mas sinalizou que os juros não devem cair agora e que a porta do aperto monetário segue aberta.

DÓLAR RENOVA MÍNIMA PATROCINADO POR POWELL

O dólar renovou as mínimas do dia na esteira do discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell.

A moeda norte-americana tocou os R$ 4,87 depois que o chefão do BC dos EUA reconheceu os progressos com relação à inflação, mas sinalizou que os juros não devem cair agora e que a porta do aperto monetário segue aberta.

TOTVS ADQUIRE PLATAFORMA DE RH DE ALTO CRESCIMENTO POR R$ 380 MILHÕES

A Totvs (TOTS3) anunciou, na noite de ontem (30) que seu Conselho de Administração aprovou a compra da empresa de software-as-a-service (SaaS) Ahgora HCM por R$ 380 milhões.

Baseada em Florianópolis (SC), a Ahgora é especializada em soluções para Recursos Humanos (RH), como relógios de ponto por reconhecimento facial, gestão de escalas e férias, além de treinamento e desenvolvimento. Tem 280 colaboradores e mais de 18 mil clientes.

O contrato de compra e venda estabelece que a Totvs deverá pagar aos vendedores, na data de fechamento da transação, a quantia de R$ 341.550.693,37, devendo reter R$ 8 milhões para fins de ajuste de preço e R$ 10 milhões para fins de garantia.

O fechamento da aquisição depende da consumação de condições precedentes previstas no contrato de compra e venda e de aprovações regulatórias.

Leia mais.

COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa opera instável e tenta sustentar os 127 mil pontos, acompanhando o recuo do petróleo e a cautela das bolsas de Nova York antes do discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell.

O principal índice da bolsa brasileira sobe 0,03%, aos 127.369 pontos.

Por aqui, os investidores acompanham o discurso do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Apesar da agenda mais esvaziada, mais cedo os mercados repercutiram novos dados de atividade econômica.

Segundo o IBGE, a produção industrial avançou 0,10% em outubro ante setembro, com ajuste, acima do esperado pelo mercado.

Na comparação anual, a indústria ficou estável. No acumulado de 12 meses, também houve estabilidade.

O dólar perdeu o fôlego e opera em queda de 0,27%, a R$ 4,9019.

Os juros futuros (DIs) operam sem direção única, de olho nos rendimentos dos Treasurys em Nova York.

KLABIN (KLBN11) ENTRE AS MAIORES QUEDAS DO DIA: É HORA DE RASGAR O PAPEL?

As ações da Klabin estão entre as maiores quedas do Ibovespa pelo segundo dia seguido, na esteira da divulgação das estimativas de investimentos do dia anterior. Chegou a hora de rasgar os papéis KLBN11?

Segundo o Itaú BBA, sim. O banco de investimentos rebaixou a recomendação para as ações da companhia de neutra para venda e reduziu o preço-alvo de R$ 24 para R$ 22 — o que representa uma potencial desvalorização de 2,5% em relação ao fechamento de quinta-feira (30). 

O Bank of America também manteve a indicação de venda para Klabin, com o preço-alvo ainda menor do que o do Itaú BBA: R$ 20, o que representa uma desvalorização de 10% em relação ao último fechamento. 

Por volta de 12h, as units da Klabin recuavam 5,63% na B3, cotadas a R$ 21,29 — a segunda maior queda do Ibovespa hoje, atrás apenas da Braskem (BRKM5). No ano, as units da Kablin acumulam ganho de 13%. Acompanhe nossa cobertura ao vivo de mercados

Leia mais.

IBOVESPA TENTA SUSTENTAR 127 MIL PONTOS

Com o recuo dos bancos e Petrobras (PETR4) e tom misto de Nova York, à espera de discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, o Ibovespa opera em tom negativo e tenta sustentar os 127 mil pontos.

O principal índice da bolsa brasileira cai0,28%, a 126.979 pontos.

RENDIMENTOS DOS TREASURYS CAEM

Com a atividade industrial nos Estados Unidos estável em novembro, os juros projetados dos títulos do Tesouro operam em queda.

Os rendimentos de dois anos operam em queda a 4,638%; os de 10 anos em baixa a 4,293% e os de 30 anos, referência para o mercado de hipotecas, caem a 4,481%.

GIRO DO MERCADO

Seguindo a tradição, nesta sexta-feira (1) a apresentadora Paula Comassetto convida Larissa Quaresma, analista da Empiricus Research, para comentar as mudanças na carteira "10 Ideias", que conta com a seleção das 10 melhores ações para investir em dezembro.

Saiba também quais foram os destaque do mercado em novembro e as perspectivas para o Ibovespa (IBOV) na reta final do ano, e prepare sua carteira para o que vem aí.

Acompanhe:

ATIVIDADE INDUSTRIAL NOS EUA

O índice de atividade econômica (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial recuou a 49,4 em novembro, em linha com o previsto.

Os dados foram divulgados há pouco, em leitura final, pela S&P Global.

O indicador abaixo de 50 aponta retração econômica, no caso, do setor industrial dos Estados Unidos.

ISA CTEEP (TRPL4) SOBE

As ações da Isa Cteep (TRPL4) operam em alta de 0,91%, a R$ 24,36, na B3.

Os papéis avançam após a inclusão dos ativos na primeira prévia da carteira do Ibovespa, que deve ficar em vigor entre janeiro e março de 2024.

A B3 ainda deve divulgar outras duas prévias antes da carteira oficial do primeiro trimestre do próximo ano, nas seguintes datas:

  • 2ª prévia: 18 de dezembro; 
  • 3ª prévia: 27 de dezembro. 
ABERTURA EM NOVA YORK

As bolsas de Nova York iniciaram o pregão em tom negativo, após a forte alta em novembro.

Os investidores aguardam o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, e a divulgação de novos indicadores de atividade econômica.

Confira o desempenho dos índices de NY após a abertura:

  • S&P 500: -0,25%, a 4.556,49 pontos;
  • Dow Jones: 0,00%, a 35.951,71 pontos;
  • Nasdaq: -0,61%, a 14.137,94 pontos.
IBOVESPA RENOVA MÍNIMA

O Ibovespa renovou a mínima intradiária com forte recuo do petróleo e cautela nos futuros de Nova York, em meio à agenda esvaziada de indicadores econômicos e à espera de declarações dos dirigentes dos Bancos Centrais nos Estados Unidos e no Brasil.

O principal índice da bolsa brasileira recua 0,42%, aos 126.794 pontos.

EFEITOS DA PANDEMIA NA CCR (CCRO3)

Enquanto parte dos trabalhadores de trens e metrô de São Paulo questionam a privatização das linhas, o governador Tarcísio de Freitas confirmou que vai pagar mais de meio bilhão de reais para a CCR (CCRO3), dona da ViaQuatro.

A companhia de concessão anunciou na manhã desta sexta-feira (1) que o Estado reconheceu um “desequilíbrio financeiro” bruto de R$ 682,6 milhões na receita tarifária da Linha 4 do metrô - Amarela durante a pandemia do coronavírus.

A redução da receita decorreu da menor demanda de passageiros na linha devido ao menor fluxo de pessoas circulando nas estações na pandemia.

Desse modo, o Estado de São Paulo fará um reequilíbrio deste valor à ViaQuatro. Esse tipo de pagamento é previsto em contrato e garante que a administradora solicite os valores para reequilíbrio de contas da concessão.

Leia mais.

BRASKEM (BRKM5) LIDERA PERDAS

As ações da Braskem (BRKM5) lideram as perdas do Ibovespa, com queda de 6,01%, a R$ 17,99.

Os papéis recuam com os investidores de olho na possibilidade de rompimento de Mina em Maceió ainda nesta sexta-feira (1º). A região está com alerta desde ontem (30).

Na última quinta-feira, a Justiça aprovou a tutela de urgência pedida em ação civil sobre o evento geológico em Alagoas, com o valor R$ 1 bilhão na ação.

Além disso, há o temor de que o processo de venda da fatia da petroquímica na Novonor seja atrasado.

MAIORES ALTAS E QUEDAS DA ABERTURA

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
CIEL3Cielo ONR$ 4,142,99%
RECV3PetroReconcavo ONR$ 20,352,78%
BRAP4Bradespar PNR$ 24,922,13%
EMBR3Embraer ONR$ 21,952,09%
USIM5Usiminas PNAR$ 8,022,04%
CSNA3CSN ONR$ 16,731,89%

E as maiores quedas do Ibovespa após a abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
KLBN11Klabin unitsR$ 21,73-3,72%
BRKM5Braskem PNR$ 18,44-3,61%
SUZB3Suzano ONR$ 52,75-1,92%
ASAI3Assaí ONR$ 12,72-1,62%
IGTI11Iguatemi ONR$ 22,78-1,34%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,00-0,99%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa sobe 0,06%, aos 127.408 pontos, após a abertura.

Sem destaques no agenda de indicadores econômicos, o principal índice da bolsa de valores brasileira tende a acompanhar o desempenho dos índices de Nova York e o desempenho das commodities.

Novas declarações de presidentes dos Bancos Centrais concentram as atenções dos investidores. No Brasil, Roberto Campos Neto fala em evento. Nos Estados Unidos, o presidente do Fed, Jerome Powell, discursa no início da tarde. Na Europa, Christine Lagarde, também deve comentar sobre a política monetária mais uma vez.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) das companhias Vale e Petrobras operam em alta, em meio ao tom misto do mercado de commodities e recuo dos índices futuros em Nova York.

  • Vale (VALE): +1,53%, a US$ 15,24
  • Petrobras (PBR): +0,26%, a US$ 15,30
MERCADO DE COMMODITIES

As commodities iniciaram dezembro sem direção única.

O minério de ferro, negociado em Dalian, fechou em alta de 1,99%, com a tonelada a US$ 136,69.

Já os contratos futuros do petróleo operam em tom negativo. Os futuros do Brent recuam 0,17%, com o barril a US$ 80,72.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) operam sem direção única, em meio a agenda mais esvaziada no primeiro dia de dezembro.

Por aqui, os investidores acompanham novas declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Lá fora, o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, é o destaque do dia.

Confira o desempenho dos DIs após a abertura das negociações:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F24DI Jan/2411,87%11,89%
DI1F25DI Jan/2510,32%10,32%
DI1F26DI Jan/269,99%9,98%
DI1F27DI Jan/2710,11%10,10%
DI1F28DI Jan/2810,38%10,36%
DI1F29DI Jan/2910,56%10,53%
DI1F30DI Jan/3010,69%10,67%
MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

DEPOIS DE NOVEMBRO, AINDA TEMOS MAIS PARA SUBIR EM DEZEMBRO?

O encerramento desta semana marca o início do último mês do ano.

Nesta sexta-feira, um dia mais ameno em comparação com os últimos, os investidores estão dedicados a assimilar os desenvolvimentos da semana e a acompanhar pronunciamentos de autoridades monetárias, incluindo mais uma intervenção da presidente do BCE, Christine Lagarde, agendada para hoje (sim, mais uma vez).

Além disso, estamos atentos aos dados de atividade global referentes a dezembro, que podem confirmar uma desaceleração mais pronunciada na economia mundial.

Os mercados europeus iniciam o dia em alta, alinhados com os futuros americanos.

No entanto, o pregão na Ásia não teve um desempenho tão positivo, desvinculando-se do comportamento observado no final do mês no Ocidente.

Mesmo com alguns dados relativamente encorajadores, como o fortalecimento das exportações sul-coreanas em novembro, o pessimismo prevaleceu, principalmente devido à China, onde o principal índice de ações encerrou no seu patamar mais baixo em mais de um mês, muito por conta das preocupações em torno da desaceleração do crescimento econômico.

A ver…

00:46 — E esse rali de final de ano: lenda ou verdade?

No Brasil, após o Ibovespa registrar uma alta superior a 12% em novembro e acumular uma valorização de mais de 16% no ano, muitos se questionam se ainda há espaço para mais valorização em 2023. Minha interpretação sugere que sim, há ainda mais progresso a ser feito.

O ciclo de redução da taxa de juros começou recentemente, e os valuations ainda apresentam descontos significativos de forma geral.

Com a Bolsa já estando aos 127 mil pontos, não vejo motivos para que ela não busque os 130 mil pontos ou até mesmo os 135 mil pontos até o final do ano.

Como pano de fundo, as recentes declarações de Gabriel Galípolo, diretor de Política Monetária do Banco Central, continuam gerando impactos positivos no mercado.

A mensagem, interpretada como dovish (flexível ou expansionista em termos monetários), expressou satisfação com o ritmo dos cortes de 50 pontos-base na taxa Selic. Sua abordagem foi ponderada, indicando que o Banco Central mantém uma postura objetiva e técnica em relação aos dados mais recentes, especialmente aqueles de alta frequência.

Atualmente, há um "forward guidance" para manter esse ritmo de 50 pontos nas próximas reuniões, enquanto algumas interpretações anteriores permitiam considerar uma aceleração nesse processo de redução. Sinceramente, não vejo essa aceleração como necessária.

Podemos seguir nessa trajetória até alcançarmos o tão desejado patamar de um dígito. A lenda do rali de Natal pode ser real em 2023.

01:51 — O rumo do mercado americano

O mercado de ações dos EUA acaba de completar o seu melhor mês em quase um ano e meio, marcando um dos novembros mais positivos em décadas, desafiando os céticos e nutrindo expectativas de mais ganhos no futuro.

O índice S&P 500, por exemplo, registrou um avanço de 8,9% este mês, sendo o segundo melhor novembro desde 1980, ficando atrás apenas da recuperação impulsionada pela pandemia em 2020.

A ascensão das ações faz parte de uma recuperação abrangente nos mercados, desencadeada por uma queda nos rendimentos das obrigações, que se intensificou à medida que sinais de sucesso no controle da inflação sem prejudicar a economia tornaram-se mais evidentes.

Com o S&P 500 a apenas 5% de seu recorde, surge a oportunidade de virar a página, especialmente com a queda da inflação. Pelo menos essa é a esperança.

Ontem, dados sobre gastos dos consumidores nos EUA, inflação e mercado de trabalho indicaram um arrefecimento nas últimas semanas, fortalecendo a evidência de uma desaceleração econômica.

Os gastos pessoais ajustados pela inflação aumentaram 0,2% no último mês, após um avanço revisado para baixo de 0,3% em setembro.

Adicionalmente, os dados revelaram pedidos recorrentes de benefícios de desemprego atingindo o nível mais alto em cerca de dois anos.

Para hoje, aguardamos o índice de gerentes de compras de manufatura de novembro. Se seguir a tendência dos demais números, o mercado pode reagir positivamente.

02:43 — Os desafios da COP28

Milhares de representantes se reúnem em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos (EAU), desde ontem, para a COP28.

Entretanto, o escasso avanço nos objetivos climáticos de longo prazo e a influência da indústria dos combustíveis fósseis na conferência climática da ONU estão comprometendo a credibilidade da cúpula.

Para agravar a situação, documentos vazados sugerem que os EUA estão aproveitando a ocasião para pressionar por acordos petrolíferos. As raposas estão no galinheiro…

Além disso, os líderes das duas maiores e mais poluentes economias do mundo nem mesmo comparecerão: o presidente dos EUA, Joe Biden, e o presidente chinês, Xi Jinping, não participarão do evento.

Com isso, o que está em foco na agenda? Um dos principais objetivos é angariar fundos para o chamado "fundo de perdas e danos", acordado no ano passado pelos delegados.

Até 2030, o fundo deverá alocar US$ 100 bilhões para auxiliar os países em desenvolvimento a se recuperarem de catástrofes relacionadas ao clima e a se adaptarem às crescentes mudanças climáticas (mudanças nas quais eles próprios tiveram pouco ou nenhum papel, vale dizer).

No entanto, os líderes mundiais parecem estar discordando sobre este tema.

A incerteza persiste: mais de um quarto de século após a primeira COP em Berlim, a agenda climática respaldada pela ONU ainda mantém sua credibilidade? O mundo avança dolorosamente devagar na redução das emissões de carbono, e os objetivos para alcançar zero emissões líquidas até 2050 exigirão mudanças tão significativas que podem parecer irreais.

03:37 — Mais cortes e a nossa possível entrada na OPEP+ (não na OPEP)…

O mercado de petróleo busca estabilização após a reunião da Opep+ na quinta-feira, que prometeu mais cortes na produção, mas careceu de detalhes claros.

A falta de uma coletiva de imprensa conclusiva e de comunicados finais resultou em uma série de números um tanto confusos, deixando os investidores sem uma compreensão clara do acordo.

O entendimento geral é que a aliança anunciou cortes adicionais na produção de petróleo, variando de 900 mil a 1 milhão de barris por dia a partir de janeiro.

No entanto, essas restrições são amplamente voluntárias, e Angola já as rejeitou.

A redução coincide com a previsão de uma extensão no próximo ano da redução voluntária da produção da Arábia Saudita, de magnitude semelhante.

No geral, os cortes voluntários de produção, totalizando 2,2 milhões de barris por dia em diferentes países membros, serão mantidos no primeiro trimestre de 2024.

Contudo, o convite surpreendente ao Brasil para se juntar à OPEP+ (diferente da OPEP stricto sensu) chamou a atenção.

A decisão do governo sobre esse assunto ainda está pendente, mas é considerada uma possibilidade a partir do próximo ano.

04:25 — Mais recuos e sinais de moderação

O presidente eleito da Argentina, Javier Milei, conhecido por suas abordagens excêntricas, fez uma escolha surpreendentemente convencional para o cargo de ministro da Economia nesta semana, nomeando Luis Caputo, ex-ministro das Finanças e ex-presidente do banco central durante o governo Macri.

Caputo enfrenta a desafiadora missão de combater uma taxa de inflação superior a 140%.

Inicialmente, as propostas radicais de Milei cativaram os eleitores, mas geraram preocupações entre os investidores.

Nos últimos dias, no entanto, o presidente eleito tem sinalizado uma postura mais moderada, um ajuste crucial para o exercício do cargo.

A nomeação de Caputo para a Economia parece ser uma tentativa de tranquilizar os mercados antes de sua posse no próximo mês.

PRODUÇÃO INDUSTRIAL NO BRASIL

A produção industrial avançou 0,10% em outubro ante setembro, com ajuste, acima do esperado pelo mercado.

Na comparação anual, a indústria ficou estável. No acumulado de 12 meses, também houve estabilidade.

Na divulgação, a produção industrial de setembro ante agosto de 0,1% para estabilidade.

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

ESQUENTA DOS MERCADOS

O Ibovespa futuro começou o dia em alta de 0,22%, em linha com o exterior positivo antes dos assuntos do dia, aos 128.100 pontos. Já o dólar à vista começava o dia nas mínimas, com queda de 0,11%, cotado a R$ 4,9099.

AGENDA DO DIA
HorárioPaís / RegiãoEvento
6hZona do EuroPMI industrial de novembro
9hBrasilProdução industrial de outubro
10hBrasilPMI industrial de novembro
11h30Brasil Presidente do BC, Roberto Campos Neto, e diretores da instituição participam de almoço anual da Febraban, em São Paulo
11h45Estados UnidosPMI industrial de novembro da S&P Global
12h15BrasilPresidente do BC, Roberto Campos Neto, participa de talk show no almoço anual da Febraban com o presidente da entidade, Isaac Sidney
12hEstados UnidosPMI industrial de novembro da ISM
13hEstados UnidosDiscurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve
15hBrasilBalança comercial de novembro
--BrasilPresidente em exercício, Geraldo Alckmin, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e o secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, participam de almoço anual da Febraban, com previsão de discursos breves
--Emirados Árabes UnidosConferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2023 (COP28), com presença do presidente Lula e comitiva brasileira
Fonte: Investing.com
O QUE ROLOU NOS MERCADOS ONTEM?

Com apenas oito pregões em baixa dos 20 operados, novembro para o Ibovespa foi marcado por renovações de máximas do ano. Na última sessão do mês, o principal índice da bolsa brasileira avançou aos 127 mil pontos e alcançou o melhor desempenho mensal em três anos.

Esses ganhos foram impulsionados pela perspectiva de que os juros nos Estados Unidos não só não devem subir mais como um corte na taxa referencial pode vir antes do esperado - tudo por conta de dados que mostraram a desaceleração da inflação por lá.

Além disso, os investidores repercutiram por aqui a queda na taxa de desemprego no trimestre encerrado em outubro e a aprovação das mudanças no Estatuto Social da Petrobras em assembleia.

Declarações do diretor de Política Monetária do Banco Central Gabriel Galípolo também impulsionaram o apetite ao risco do mercado. O dirigente afirmou que a autoridade monetária está confortável em manter o ritmo de corte de 0,50 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic.

Lá fora, os investidores ainda avaliaram a desaceleração da inflação na Zona do Euro, o que ajudou as bolsas do velho continente a fecharem em alta. Na maior economia do mundo, novembro apresentou o melhor desempenho mensal em mais de um ano em Wall Street.

O Ibovespa terminou o pregão com alta de 0,92%, aos 127.331 pontos. Em novembro, o principal índice da bolsa brasileira avançou 12,54%, o maior nível desde novembro de 2020.

O dólar fechou a R$ 4,9152, com avanço de 0,56%, no mercado à vista. No mês, a moeda norte-americana recuou 2,5%, o maior queda mensal desde junho.

Confira o que movimentou os mercados na última quinta-feira (30).

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO AZUL

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no azul na sexta-feira.

O movimento indica a continuidade dos ganhos observados em Wall Street ao longo de novembro.

Para esta sexta-feira, a atenção dos investidores estará voltada para um evento público com a participação de Jerome Powell, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).

  • S&P 500 futuro: +0,06%
  • Dow Jones futuro: +0,17%
  • Nasdas futuro: -0,04%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM ALTA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em alta nesta sexta-feira.

Os investidores dão sequência aos ganhos da véspera diante da perspectiva de alívio monetário pelo Banco Central Europeu (BCE) em um futuro próximo.

Veja como estavam as principais praças da Europa por volta das 7h:

  • Londres: +0,74%
  • Frankfurt: +0,74%
  • Paris: +0,39%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM QUEDA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em queda nesta sexta-feira. Ou pelo menos quase todas elas.

Houve duas exceções, por assim dizer. A bolsa de Xangai subiu 0,06%, sustentada pela melhora na leitura de índices de atividade econômica na China. Em Taiwan, o índice Taiex subiu 0,03%.

Nos demais mercados asiáticos, movimentos de realização de lucros somados aos noticiários locais derrubaram os índices.

As bolsas de Tóquio, Seul e Hong Kong recuaram respectivamente 0,17%, 1,19% e 1,25%.

STF AUTORIZA GOVERNO A SOLICITAR CRÉDITOS PARA PAGAR PRECATÓRIOS

O Supremo Tribunal Federal (STF) finalizou na última quinta-feira (30) o julgamento virtual sobre a validade do atual regime de pagamento de precatórios, como são conhecidas as dívidas do governo federal reconhecidas definitivamente pela Justiça.

Por 9 votos a 1, os ministros do Supremo autorizaram o governo federal a solicitar a abertura de crédito extraordinário para o pagamento do estoque das dívidas judiciais.

O valor estimado para pagamento em 2023 é de R$ 95 bilhões. Os recursos não entrarão no cálculo das atuais metas fiscais.

Precatórios no STF

Prevaleceu no julgamento o voto do ministro Luiz Fux, relator do caso, para declarar parcialmente a inconstitucionalidade do teto de gastos para o pagamento de precatórios, que foi proposto em 2021 pelo governo de Jair Bolsonaro e aprovado pelo Congresso Nacional para cumprir as metas fiscais.

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