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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa cai 3% na semana com peso da política monetária dos EUA e Petrobras (PETR4); dólar sobe a R$ 5,16

RESUMO DO DIA: A semana que parecia não ter fim acabou, mas sem alívio nos mercados: o Ibovespa completou seis pregões consecutivos de queda.

O principal índice terminou o dia com baixa de 0,34%, aos 124.305 pontos. Na semana, o recuo acumulado foi de 3%.

Já o dólar à vista avançou 0,27% ante o real e fechou a R$ 5,16. Na semana, a moeda norte-americana subiu 1,29%,

O fim da semana da bolsa também trouxe uma conclusão para algo que mexeu com as cotações de uma das principais ações da B3 nos últimos dias: o ponto final no processo de transição do comando da Petrobras (PETR4), com a aprovação de Magda Chambriard como CEO e conselheira da estatal.

Os investidores repercutiram ainda as declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Entre os destaques, ele afirmou que as expectativas de inflação têm subido bastante e que a percepção do mercado sobre a economia piorou com mudanças na meta fiscal pelo governo federal.

Além disso, a bolsa brasileira sofreu com menor liquidez no mercado local com o ajuste de posições antes do feriado nos Estados Unidos na segunda-feira (27).

A queda foi limitada, porém, pelo desempenho de Nova York, onde as bolsas reduziram as perdas da semana e a aversão ao risco com a perspectiva de juros elevados por mais tempos nos EUA ficou em segundo plano na véspera do feriado local. 

Confira o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (24): 

SOBE E DESCE DO IBOVESPA NA SEMANA

Na ponta positiva do Ibovespa, Yduqs liderou os ganhos da semana com a divulgação das projeções da companhia para os próximos cinco anos no Investidor Day realizado na terça-feira (21).

Confira as maiores altas do Ibovespa na semana:

CÓDIGONOMEULTVARSEM
YDUQ3Yduqs ONR$ 13,655,81%
ARZZ3Arezzo ONR$ 51,184,26%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 6,073,76%
TRPL4Isa Cteep ONR$ 27,113,51%
AZUL4Azul PNR$ 10,362,88%

Confira as maiores quedas do Ibovespa na semana:

CÓDIGONOMEULTVARSEM
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,32-16,98%
PETZ3Petz ONR$ 3,84-13,71%
RRRP33R Petroleum ONR$ 27,54-12,57%
IRBR3IRB Re ONR$ 33,78-9,73%
LREN3Lojas Renner ONR$ 13,31-9,64%
MAIORES ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA HOJE

Na ponta positiva do Ibovespa, a Azul (AZUL4) liderou os ganhos desde a abertura das negociações com a notícia de acordo com a Gol (GOLL4) para 'mesclar' malhas aéreas. O movimento acontece em meio a rumores de fusão das companhias.

Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
AZUL4Azul PNR$ 10,365,18%
ENGI11Energisa unitsR$ 46,914,18%
CSNA3CSN ONR$ 13,422,44%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PNR$ 10,952,24%
LWSA3LWSA ONR$ 4,192,20%

Na ponta negativa, as varejistas foram pressionadas pela abertura da curva de juros futuros — impulsionada pelo avanço dos rendimentos dos Treasurys dos Estados Unidos e o fortalecimento do dólar ante o real em reação às falas do presidente do BC, Roberto Campos Neto.

Além disso, o setor recuou com a possibilidade do presidente Lula vetar a medida relacionada à taxação das compras internacionais de até US$ 50 após eventual aprovação no Congresso, o que reacendeu o temor sobre a competição no setor.

Confira as maiores baixas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,34-5,63%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 7,28-4,84%
PETZ3Petz ONR$ 3,84-3,03%
RADL3Raia Drogasil ONR$ 26,06-2,25%
SUZB3Suzano ONR$ 48,99-2,22%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa fechou com queda de 0,34%, aos 124.305,57 pontos. Essa foi a sexta queda consecutivo do índice.

O principal índice da bolsa brasileira recuou com Petrobras (PETR4) e declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Campos Neto disse que expectativas de inflação têm sido, por diferentes motivos, uma notícia ruim para o Banco Central.

“A gente vê expectativa de inflação subindo bastante”, disse o dirigente, durante o X Seminário Anual de Política Monetária, do Centro de Estudos Monetários (CEM) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), no Rio de Janeiro.

“Tem vários fatores, tema de política fiscal, tema externo, junto com tema de credibilidade do Banco Central”, afirmou.

Na semana, o Ibovespa recuou 3%.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York terminaram o pregão em alta na véspera de feriado local. Nasdaq renovou, mais uma vez, o recorde de fechamento.

A agenda mais esvaziada, os investidores tentaram reduzir as perdas da semana. Vale lembrar que a aversão ao risco ganhou força com a ata do Fed e a divulgação de dados de atividade econômica mais fortes que o esperado.

Hoje, a curva futura passou a indicar a manutenção dos juros como o cenário mais provável para a reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de setembro, segundo a plataforma de monitoramento FedWatch, do CME Group.

A probabilidade de corte é de 49,4% contra 50,2% para manutenção. Mais cedo, a chance majoritária era de redução nos juros.

Para a reunião de novembro, a probabilidade de corte está em 60,6% contra 39% para manutenção. Enquanto isso, no agregado do ano, o cenário mais provável é de uma única redução de juros, de 25 pontos-base (pb). As apostas de corte também começaram a ser adiadas para novembro.

Além disso, houve um leve avanço na chance de nenhum corte em 2024, passando de 17,2% (ontem) para 18% (hoje).

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • Dow Jones: +0,01%, aos 39.069,59 pontos;
  • S&P 500: +0,70%, aos 5.304,72 pontos;
  • Nasdaq: +1,10%, aos 16.920,79 pontos.

Na semana, o desempenho não foi igual para todos os índices. O S&P 500 ficou próximo da estabilidade; Dow Jones caiu mais de 2% e Nasdaq registrou avanço de 1,3%

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar à vista terminou o dia com alta de 0,27%, a R$ 5,1679.

A moeda norte-americana ganhou força ante o real com o cenário fiscal e declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em foco. Na comparação com as divisas globais, o dólar caiu hoje.

Na semana, o avanço do dólar ante o real foi de 1,29%.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

O petróleo terminou o dia em alta, após quatro sessões de quedas consecutivas. Mas na semana, a commodity fechou em baixa. Um dos motivos para alta foi a perda de força do dólar ante divisas globais.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, com vencimento para agosto, subiram 0,90%, a US$ 81,84 o barril na Intercontinental Exchange (ICE). Na semana, o Brent caiu 2,55%.

Já os contratos mais líquidos do petróleo WTI, com vencimento para julho, avançaram 1,11%, a US$ 77,72 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex). Na semana, o WTI registrou queda de 2,34%.

FALA, CAMPOS NETO

As expectativas de inflação têm sido, por diferentes motivos, uma notícia ruim para o Banco Central, disse o presidente Roberto Campos Neto.

“A gente vê expectativa de inflação subindo bastante”, disse Campos Neto, durante o X Seminário Anual de Política Monetária, do Centro de Estudos Monetários (CEM) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), no Rio de Janeiro.

“Tem vários fatores, tema de política fiscal, tema externo, junto com tema de credibilidade do Banco Central”, afirmou.

Segundo Campos Neto, o BC “olha muito no detalhe os dados na margem” da inflação no Brasil. Ele acrescentou que tem chamado atenção mais recentemente o fato de que sempre que a inflação apresenta uma taxa mais comportada, esteja dependente de um preço de alimentação mais baixa.

“A gente começa a pensar se, por causa do Rio Grande do Sul, por causa do que está acontecendo, o preço de alimentação vai ser um pouco mais alto”, disse o presidente do BC. [Estadão Conteúdo]

IBOVESPA RECUA

Com a redução dos ganhos de Nova York e Petrobras (PETR4) em queda, o Ibovespa inverteu o sinal e opera em baixa de 0,08%, aos 124.631 pontos.

AÇÕES DA PAGBANK (PAGS34) SOBEM APÓS BALANÇO

Uma das últimas empresas a divulgar seus resultados nesta temporada de balanços do primeiro trimestre, o PagBank, ex-PagSeguro, trouxe números que agradaram o mercado e impulsionam as ações da companhia de maquininhas de cartão, negociadas na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). 

Os papéis subiram mais de 10% logo após a abertura do pregão. No fechamento do pregão, os BDRs PAGS34, negociados na B3, registravam avanço de 4,00%, a R$ 13,00. Nos Estados Unidos, as ações PAGS fecharam estáveis, a US$ 12,27. Confira a cobertura de mercados.

O PagBank teve um lucro líquido recorrente de R$ 522 milhões no primeiro trimestre, um crescimento de 33% na comparação com o mesmo período de 2023. 

Já o lucro líquido contábil (GAA) foi de R$ 483 milhões no período, um crescimento de 31% na base anual. Os resultados ficaram acima das expectativas do mercado. 

Leia mais.

SUZANO (SUZB3) RECUA 2%

As ações da Suzano (SUZB3) operam em queda de 1,88%, a R$ 49,16.

Os papéis repercutem a notícia de que a empresa está negociando com bancos japoneses para financiar uma oferta de aquisição da International Paper.

PETROBRAS (PETR4) INVERTE SINAL

As ações da Petrobras (PETR4) zeraram os ganhos há pouco e operam em queda de 0,24%, a R$ 36,72.

FECHAMENTO DA EUROPA

As bolsas da Europa fecharam sem direção única.

  • DAX (Frankfurt): +0,02%, aos 18.694,42 pontos;
  • FTSE 100 (Londres): -0,22%, aos 8.321,16 pontos;
  • CAC 40 (Paris): -0,07%, aos 8.097,00 pontos;
  • Stoxx 600: -0,17%, aos 520,69 pontos.
GIRO DO MERCADO

PIORA DAS EXPECTATIVAS PARA INFLAÇÃO VAI SEPULTAR SELIC ABAIXO DOS 10%? | SEC APROVA ETF DE ETHEREUM

Os economistas ouvidos pelo Banco Central voltaram a revisar as projeções de inflação para este ano. Segundo o Relatório Focus, as expectativas de alta para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passaram de 3,76% para 3,80%.

No Giro do Mercado desta sexta-feira (24), o estrategista da Empiricus Research e especialista no cenário macroeconômico, Matheus Spiess, comenta como fica o cenário para a taxa Selic, com a piora das expectativas do mercado.

Passando para o mercado cripto, ontem (23), a SEC, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, aprovou o ETF de Ethereum (ETH), a segunda maior criptomoeda do mundo.

O analista Valter Rebelo também participa da transmissão de hoje para comentar os desdobramentos da decisão e como deve influenciar outras criptomoedas.

ACOMPANHE AO VIVO:

DIVIDENDOS DO ALZR11 DEVEM AUMENTAR APÓS COMPRA DE IMÓVEIS

CORREÇÃO: Ao contrário do que informava a primeira versão deste texto, os dividendos do fundo imobiliário Alianza Trust (ALZR11) não devem aumentar após a compra de três imóveis.

O portfólio Alianza Trust (ALZR11) vai aumentar em breve. O fundo imobiliário acertou a compra de três imóveis do Grupo Fartura de Hortifrut por R$ 151,7 milhões.

A operação foi realizada na modalidade de "sale & leaseback". Ou seja, os ativos, todos localizados no estado de São Paulo, serão locados pelo próprio vendedor, que é mais conhecido como Oba Hortifruti. Com isso, o FII garantirá contratos atípicos de no mínimo 15 anos para os empreendimentos.

Considerando as quatro locações — incluindo uma loja da rede PetCamp que fica em um dos imóveis —, o negócio renderá um aluguel mensal total de cerca de R$ 1,1 milhão para o ALZR11. A cifra equivale a um cap rate, ou taxa de capitalização, de 9,2% ao ano durante os primeiros doze meses pós-aquisição.

Leia mais.

MAGAZINE LUIZA (MGLU3) CAI QUASE 5%

As ações da Magazine Luiza (MGLU3) operam em queda de 4,93%, a R$ 1,35, e figura como a maior baixa do Ibovespa e a terceira ação mais negociada da primeira hora do pregão.

Os papéis recuam com a possibilidade do presidente Lula vetar a medida relacionada à taxação das compras internacionais de até US$ 50 após eventual aprovação no Congresso, o que reacende o temor sobre a competição no setor.

Além disso, MGLU3 é pressionado pela abertura da curva de juros brasileira.

PAGBANK (PAGS34) DISPARA 10%

As ações da PagBank (PAGS34) operam com alta de 10,32%, a R$ 13,79.

Os papéis reagem aos números do balanço do primeiro trimestre. A companhia registrou lucro líquido recorrente de R$ 522 milhões entre janeiro e março, um crescimento de 33% na comparação com o mesmo período do ano passado. Sob o critério contábil, o resultado subiu 31%, para R$ 483 milhões.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York operam em alta na tentativa de recuperar as perdas da sessão anterior. Ontem (23), Dow Jones registrou o pior pregão desde março de 2023.

Confira como operam os índices em Wall Street após a abertura:

  • Dow Jones: +0,26%, aos 39.165,40 pontos;
  • S&P 500: +0,33%, aos 5.285,15 pontos;
  • Nasdaq: +0,29%, aos 16.784,09 pontos.
JUROS FUTUROS NAS MÁXIMAS

Os juros futuros (DIs) renovaram as máximas do dia com o avanço dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys.

Os juros projetados para a dívida de 10 anos sobem a 4,495%, enquanto para 30 anos (referência para o mercado de hipotecas) registram alta a 4,598%.

Confira como estão os juros futuros:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F25DI Jan/2510,39%10,39%
DI1F26DI Jan/2610,77%10,74%
DI1F27DI Jan/2711,08%11,04%
DI1F28DI Jan/2811,34%11,31%
DI1F29DI Jan/2911,51%11,49%
DI1F30DI Jan/3011,63%11,62%
DI1F31DI Jan/3111,69%11,68%
DI1F32DI Jan/3211,70%11,71%
DI1F33DI Jan/3311,74%11,74%
SOBE E DESCE DA ABERTURA

Na ponta positiva, Azul (AZUL4) lideram os ganhos da abertura com alta superior a 7% após a notícia de acordo com a Gol (GOLL4) para 'mesclar' malhas aéreas. O movimento acontece em meio a rumores de fusão das companhias.

Confira as maiores altas do Ibovespa após a abertura:

CÓDIGONOMEVAR
AZUL4Azul PN7,31%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PN1,87%
GGBR4Gerdau PN1,73%
CVCB3CVC ON1,46%
CSAN3Cosan ON1,44%

Na ponta negativa, as ações da Magazine Luiza (MGLU3) recuam mais de 2% pressionadas pela abertura da curva de juros. A perspectiva de juros elevados por mais tempos nos Estados Unidos reduz o ciclo de cortes na taxa Selic.

Parte do mercado já considera que uma redução de 25 pontos-base na próxima reunião do Copom seja o último corte nos juros neste ano.

Confira as maiores quedas do Ibovespa após a abertura:

CÓDIGONOMEVAR
MGLU3Magazine Luiza ON-2,11%
RADL3RD Saúde ON-1,65%
USIM5Usiminas PNA-1,49%
SANB11Santander Brasil units-0,89%
WEGE3Weg ON-0,72%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em alta de 0,10%, aos 124.854,08 pontos após a abertura.

O principal índice da bolsa brasileira tenta reduzir as perdas da semana com a aprovação de Magda Chambriard ao conselho e à presidência da Petrobras (PETR4).

A tentativa de recuperação das bolsas de Nova York também impulsionam o índice.

MERCADO DE COMMODITIES

O mercado de commodities opera em tom negativo nesta sexta-feira.

O minério de ferro encerrou as negociações com baixa de 0,44%, a US$ 125,36 a tonelada em Dalian, na China. Na semana, porém, a commodity acumulou alta de 3,95%.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent recuam 0,11%, a US$ 81,27 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras operam em alta no pré-mercado em Nova York, com a repercussão de notícias das empresas e na contramão das commodities.

Vale avança com a notícia da contratação de uma consultoria internacional para a seleção do novo CEO da mineradora. Petrobras sobe com a aprovação de Magda Chambriard no conselho e na presidência da estatal.

  • Vale (VALE): +0,64%, a US$ 12,66;
  • Petrobras (PBR): +0,64%, a US$ 14,98.

CONSELHO DA PETROBRAS APROVA MAGDA CHAMBRIARD

O conselho de administração da Petrobras (PETR4) aprovou na manhã desta sexta-feira (24) a indicação de Magda Chambriard à presidência da estatal.

Magda sucede Jean Paul Prates à frente da petroleira.

A Petrobras informa que a nova executiva já assumiu sua cadeira no conselho e tomou posse como CEO da empresa.

Magda Chambriard foi indicada pelo governo para assumir a Petrobras há pouco mais um semana.

Leia mais.

PRESIDÊNCIA DA PETROBRAS (PETR4)

A Petrobras (PETR4) informou há pouco que o conselho aprovou Magda Chambriard como conselheira e presidente da companhia.

Sendo assim, Chambriard toma posse dos cargos ainda hoje, sem a necessidade de convocação da assembleia de acionistas.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

O SHOW DE MAGDA: AND IN CASE I DON'T SEE YA, GOOD AFTERNOON, GOOD EVENING, AND GOOD NIGHT

A sessão de quinta-feira nos mercados financeiros foi impactada pela surpreendente elevação do PMI nos EUA, que divergiu de outros indicadores econômicos recentes ao mostrar um crescimento acelerado no último mês, superando as previsões.

Este resultado impulsionou as taxas dos Treasuries americanos, causando uma pressão desfavorável sobre os ativos de risco em todo o mundo.

O cenário atual sugere uma economia americana mais robusta do que o antecipado, apesar das taxas de juros vigentes, o que diminui a expectativa de dois cortes de juros planejados para 2024, cada um de 25 pontos-base, em setembro e dezembro.

Nesta sexta-feira pela manhã, as bolsas na Europa registram baixas, mesmo diante da posição otimista do BCE de que a inflação está recuando suficientemente para permitir um corte nas taxas em junho.

Essa tendência de queda também se observa na Ásia, refletindo a insegurança dos investidores sobre a futura direção das taxas de juros nos Estados Unidos.

Em contrapartida, os futuros americanos exibem um modesto aumento, antecipando um encerramento precoce do mercado de Treasuries devido ao feriado de Memorial Day na segunda-feira.

Ainda hoje, será revelado o indicador de sentimento do consumidor de Michigan e as expectativas inflacionárias, que podem influenciar ainda mais os mercados.

A ver…
00:51 — Oficializando o nome da nova presidente

No mercado financeiro local, o Ibovespa novamente encerrou o dia em queda, retornando para baixo dos 125 mil pontos, marcando a quinta queda consecutiva do índice. O ambiente de cautela predominou entre os investidores.

O dia foi marcado por eventos importantes, incluindo a divulgação de dados econômicos internacionais e a confirmação de Magda Chambriard como presidente da Petrobras pelo Conselho da empresa.

Embora haja rumores de que alguns acionistas possam convocar uma Assembleia Geral Extraordinária para atrasar essa nomeação, considero essa hipótese improvável, com a nomeação de Magda parecendo inevitável.

Agora, resta ver se essa mudança resultará em uma nova direção estratégica para a companhia. Além disso, a palestra de Roberto Campos Neto na FGV será um ponto de atenção, com potencial para ajustar novamente as expectativas do mercado, que têm sido bastante voláteis.

A preocupação sobre a meta de inflação está em destaque. Não acredito que a meta esteja em risco, apesar das declarações controversas do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Ontem, figuras influentes como o presidente do BTG Pactual, André Esteves, a Ministra do Planejamento, Simone Tebet, e o diretor de Política Econômica do Banco Central, Diogo Guillen, tentaram acalmar o mercado. Se o governo realmente quisesse mudar a meta, isso já teria sido feito no ano passado.

Em vez disso, foi proposta a ideia de uma meta contínua, uma abordagem técnica e razoável. Desde que a política monetária se mantenha livre de influências políticas, as expectativas do mercado devem se estabilizar.

Contudo, o ambiente continua desafiador. O próximo grande evento será o Copom de 19 de junho, onde será crucial que a decisão sobre a Selic seja unânime, seja para mantê-la estável ou para reduzi-la em 25 pontos-base.

01:47 — Mais forte ou mais fraco

Dados mais robustos da economia americana reforçaram a percepção de que o Federal Reserve pode levar mais tempo para reduzir os juros.

Em Nova York, os índices caíram, apesar dos resultados acima das expectativas da Nvidia, que fizeram as ações da empresa saltarem 9,32%, fechando acima de US$ 1.000 pela primeira vez.

Esse movimento contraria as declarações do CEO do JP Morgan, Jamie Dimon, que não descartou a possibilidade de um "hard landing" na economia dos EUA.

A verdade é que a queda de ontem, embora não muito significativa no contexto recente de valorização, foi a maior queda diária de pontos do Dow em 15 meses.

Uma economia resiliente é benéfica para os lucros. Contudo, para os mercados focados no próximo movimento do Federal Reserve, mais crescimento significa uma maior probabilidade de a inflação se manter elevada. Isso resulta em uma tendência para taxas de juros mais altas por um período prolongado.

Como consequência, os rendimentos dos títulos subiram hoje, pressionando as ações.

Na agenda do dia, temos o relatório de bens duráveis de abril e o índice de confiança do consumidor de Michigan.

Mais importante será avaliar a evolução das expectativas de inflação dos consumidores, que acompanha o indicador.

02:35 — Para além do bom humor com a Nvidia

Muito se falou sobre os resultados da Nvidia e seu status como a queridinha do universo da inteligência artificial.

No entanto, há outra face no debate sobre IA. A forma como os editores abordam a IA generativa está mudando à medida que a indústria dos meios de comunicação social evolui sua perspectiva sobre as tecnologias do futuro.

Inicialmente, as questões se concentraram no impacto que isso teria na força de trabalho e nas operações, bem como nos benefícios ou prejuízos decorrentes dos novos desenvolvimentos.

Agora, algumas dessas respostas estão se tornando evidentes em muitas partes da indústria de conteúdo.

No início da revolução da IA, as empresas se uniram para evitar ameaças potenciais. Atores e escritores de Hollywood entraram em greve, enquanto empresas de notícias e mídia começaram a negociar para estabelecer uma frente unida contra as Big Tech.

No entanto, parece que cada indústria e empresa acabará por chegar a acordos separados com as gigantes da Internet.

A OpenAI, por exemplo, ligada à Microsoft, assinou recentemente um importante acordo de licenciamento de conteúdo com a News Corp. (proprietária do The Wall Street Journal, Barron’s e MarketWatch), que pode valer mais de US$ 250 milhões em cinco anos.

Esse acordo está em linha com o que foi estabelecido com o Financial Times e Axel Springer (dono do Business Insider). Mais acordos devem surgir, liberando o acesso a mais conteúdo.

03:26 — E por falar em IA…

O preço do cobre atingiu um patamar histórico, ultrapassando os 5 dólares por libra-peso e registrando um aumento superior a 30% nos últimos 12 meses.

Esse crescimento é impulsionado, em parte, pelo boom da inteligência artificial (matéria-prima para a infraestrutura que dará suporte computacional aos bancos de dados). No entanto, a alta do cobre não se deve apenas à demanda por IA.

Outros fatores incluem as expectativas de um "pouso suave" na economia dos EUA, o potencial de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve, o que enfraqueceria o dólar, e sinais de recuperação na China.

Basta uma pequena decepção em relação às perspectivas de cortes para que o preço do minério volte a cair abaixo dos 5 dólares.

Além disso, o cobre está recebendo um impulso significativo devido à sua importância nos serviços públicos, especialmente porque fios de cobre e cabos de energia são componentes essenciais para empresas elétricas.

As ações da Constellation Energy e da NextEra Energy dispararam este ano, em resposta às expectativas de que a crescente demanda por energia em data centers aumentará seus lucros.

Olhando para o futuro, a demanda por cobre continua a crescer em diversos setores, como turbinas eólicas, painéis solares, veículos elétricos, usinas nucleares, atualizações de rede, produção de baterias e centros de dados de IA, que consomem muita energia.

04:13 — Mais atritos geopolíticos

Navios de guerra indianos atracaram no porto de Manila nesta semana, sinalizando a crescente assertividade marítima da Índia.

Com suas fronteiras terrestres obstruídas por vizinhos hostis como o Paquistão, pelo Mianmar devastado pela guerra e por uma China cada vez mais agressiva, a Índia, mesmo em meio às eleições, está determinada a se consolidar como uma potência naval de classe mundial.

Essa iniciativa faz parte do projeto de Modi para posicionar o país como uma grande potência global. A parada nas Filipinas foi precedida por visitas a Singapura, Vietnã e Malásia, enquanto a Índia busca fortalecer laços com parceiros do Sudeste Asiático que compartilham preocupações sobre as ambições territoriais chinesas.

No entanto, Nova Deli ainda enfrenta desafios significativos. A frota indiana possui atualmente cerca de um terço do tamanho da frota chinesa, a maior do mundo em número de navios.

Até 2050, a Índia pretende operar com 200 navios, idealmente construídos no país, um objetivo que se torna mais plausível com o recente crescimento econômico indiano.

Desenvolver uma marinha robusta será crucial para sustentar as elevadas taxas de crescimento impulsionadas pelas exportações, garantindo a segurança dos mares para o tráfego indiano.

Nos últimos nove meses, por exemplo, a Marinha Indiana auxiliou quatro navios atacados durante a navegação no Mar Vermelho. O futuro dirá se a Índia conseguirá se equiparar à China nesse campo estratégico.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) operam em alta em toda a curva, estendendo os ganhos da sessão anterior com a expectativa de juros elevados por mais tempos nos Estados Unidos.

Confira como abriram os DIs hoje:

CÓDIGONOME ABE FEC
DI1F25DI Jan/2510,38%10,39%
DI1F26DI Jan/2610,76%10,74%
DI1F27DI Jan/2711,06%11,04%
DI1F28DI Jan/2811,33%11,31%
DI1F29DI Jan/2911,51%11,49%
DI1F30DI Jan/3011,61%11,62%
DI1F31DI Jan/3111,69%11,68%
DI1F32DI Jan/3211,73%11,71%
DI1F33DI Jan/3311,74%11,74%
ABERTURA DO DÓLAR

O dólar abre a R$ 5,1385, com queda de 0,30% no mercado à vista.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro opera em alta de 0,68%, aos 126.300 pontos após a abertura.

O principal índice da bolsa brasileira acompanha a recuperação dos índices de Nova York.

Por aqui, os investidores monitoram a reunião do conselho da Petrobras (PETR4), que deve aprovar Magda Chambriard na presidência da estatal.

Além disso, há uma movimentação dos acionistas estrangeiros para convocar uma assembleia geral extraordinária (AGE) para deliberar sobre mandato de todos os conselheiros eleitos pelo sistema de voto múltiplo na eleição de 25 de abril, entre os quais todos aqueles que representam o acionista majoritário, a União, inclusive Chambriard.

O INVESTIMENTO SECRETO DE WARREN BUFFETT

Se você fosse almoçar com Warren Buffett, o maior investidor de todos os tempos, e ele dissesse para você: "Olha, eu comecei a comprar ações de uma empresa que parece muito boa e negocia por preços bastante atrativos. Você quer saber qual é?"

Ah, quem não gostaria de uma dica de Warren Buffett, não é mesmo? Na certa, o sujeito que descobrisse o nome da ação, tentaria comprar antes que todo mundo ficasse sabendo.

Para falar a verdade, isso tem sido um grande problema para Warren e seu veículo de investimentos, a Berkshire Hathaway.

Se ele demora muito para montar posição numa determinada empresa e descobrem qual é, provavelmente vai acontecer um efeito manada, as ações vão disparar, e Buffett terá de comprar o restante da posição por preços bem mais elevados.

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AZUL (ACUL4) E GOL (GOLL4) ANUNCIAM CODESHARE

As companhias aéreas Azul (AZUL4) e Gol (GOLL4) acabam de anunciar um acordo de cooperação comercial que vai conectar as suas malhas aéreas no Brasil por meio de um codeshare — isto é, a permissão de que uma empresa venda assentos em voos de outra, ampliando o número de linhas de atuação de cada uma.

A parceria inclui as rotas domésticas exclusivas, ou seja, operadas por apenas uma das duas empresas. A partir de agora, ambas passam a dividi-las.

O acordo envolve também os programas de fidelidade, permitindo que membros do Azul Fidelidade e do Smiles acumulem pontos ou milhas no programa de sua escolha ao comprar os trechos incluídos no codeshare.

O anúncio ocorre em meio a rumores de uma possível fusão entre as companhias aéreas. Vale lembrar que a Gol entrou com um pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos em janeiro deste ano

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FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM EM LEVE ALTA

Os índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram em leve alta nesta sexta-feira.

Os investidores vislumbram alguma recuperação depois da queda da véspera, na qual Wall Street sofreu perdas em meio a crescentes incertezas sobre as chances de cortes de juros nos EUA.

Para hoje, investidores aguardam uma série de indicadores e comentários de um dirigente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).

Confira:

  • S&P 500 futuro: +0,27%
  • Dow Jones futuro: +0,15%
  • Nasdaq futuro: +0,28%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM QUEDA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta sexta-feira.

Os investidores da região ainda repercutem as incertezas em relação a quando os juros começarão a cair nos Estados Unidos.

Confira as bolsas na Europa agora:

  • DAX (Frankfurt): -0,33%
  • CAC 40 (Paris): -0,17%
  • FTSE 100 (Londres): -0,37%
  • Euro Stoxx 600: -0,48%
BOLSAS NA ÁSIA FECHAM EM QUEDA

Os mercados da Ásia encerraram o pregão desta sexta-feira (24) em queda generalizada. 

As bolsas acompanharam o tom negativo do resto do mundo, enquanto incertezas sobre o futuro dos juros nos EUA voltaram a preocupar os investidores.

Na China continental, as bolsas também foram pressionadas por ações do setor imobiliário e de software. As ações do índice Xangai apresentaram perdas de 0,88%.

Liderando as perdas, Hong Kong apresentou queda de 1,38%, acompanhada por Tóquio, que cedeu 1,27%.

O índice sul-coreano Kospi caiu 1,25% em Seul. Já em Taiwan, a queda foi mais modesta, de 0,19%.   

Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:

  • Xangai: -0,88%
  • Tóquio: -1,27%
  • Hong Kong: -1,38%
  • Kospi: -1,25%
  • Taiwan: -0,19%
VENDAS NO VAREJO CAEM MAIS QUE PREVISTO NO REINO UNIDO

As vendas no varejo do Reino Unido caíram mais do que se esperava em abril no Reino Unido.

O indicador recuou 2,3% na comparação com março e 2,7% frente ao mesmo mês do ano anterior.

Analistas esperavam queda de 0,5% na leitura mensal e de 0,4% na comparação anual.

PIB DA ALEMANHA CRESCE DENTRO DO ESPERADO

O Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha cresceu conforme se esperava no primeiro trimestre de 2024.

A economia alemã registrou expansão de 0,2% no primeiro trimestre de 2024 ante os três meses anteriores.

Já na comparação anual, o PIB da Alemanha recuou 0,2%.

Os resultados vieram dentro do esperado em ambas as bases de comparação.

IBOVESPA VEM DE 5 QUEDAS SEGUIDAS

O Ibovespa vem de mais um pregão em queda. Na quinta-feira (24), o principal índice da B3 até tentou romper o ciclo de perdas, mas a aversão ao risco dominou os mercados internacionais.

O tom negativo no exterior foi causado principalmente pelos resultados dos dados da atividade econômica dos EUA, que ficaram acima do esperado.

O Ibovespa fechou a sessão em queda de 0,74%, aos 124.729 pontos. Já o dólar fechou próximo da estabilidade a R$ 5,15 no mercado à vista.

Confira o que movimentou as bolsas na última quinta-feira (23).

O PROBLEMA DOS 3%

Desde a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o Brasil tem enfrentado uma deterioração marcante das expectativas econômicas.

As incertezas acerca dos cortes nas taxas de juros internacionais, juntamente com desafios fiscais internos, têm impedido a redução das taxas de juros locais e colocado em xeque a continuidade da política de relaxamento monetário.

A despeito da alta notável na arrecadação federal, essas preocupações persistem. Em abril, a arrecadação alcançou R$ 228,9 bilhões, um aumento de 8,26% em relação ao ano anterior, o maior crescimento registrado na série histórica.

Até abril deste ano, a arrecadação acumulada foi de R$ 886,6 bilhões, um crescimento de 8,33% em comparação com o mesmo período de 2023.

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