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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Petrobras (PETR4) ‘rouba’ a cena e segura Ibovespa aos 120 mil pontos; dólar sobe de olho no Fed

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10 de junho de 2024
17:20

RESUMO DO DIA: A semana focada na política monetária dos Estados Unidos começou com alívio para as bolsas de NY, mas não para o Ibovespa. Isso porque o avanço do petróleo - que favoreceu a Petrobras (PETR4) - foi insuficiente para dar um pouco de tração positiva ao principal índice da bolsa brasileira.  

O Ibovespa fechou próximo da estabilidade, com leve queda de 0,01%, aos 120.759 pontos.

O dólar seguiu em ritmo de apreciação e se aproximou de R$ 5,40. Mas, ao longo da sessão, a moeda norte-americana perdeu força e terminou o dia a R$ 5,35, com avanço de 0,60% no mercado à vista — o maior patamar desde janeiro de 2023.

Por aqui, o cenário fiscal voltou a chamar a atenção dos investidores com a medida que propõe mudanças no PIS/Cofins como regra compensatória à desoneração da folha de pagamentos.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, fez novas declarações hoje em evento. Ele disse que a maior percepção de risco no Brasil está relacionada à harmonia entre as políticas fiscal e monetária.

Campos Neto reforçou que o país está em processo de convergência da inflação, embora as expectativas de inflação estejam começando a desancorar. Agora, a expectativa é pela IPCA de maio, que deve ser divulgado amanhã (11).

Lá fora, os investidores aguardam a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) na próxima quarta-feira (12). O mercado espera que os juros fiquem inalterados na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano, mas com uma indicação de um ou dois cortes até o fim do ano.

Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (10): 

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Na ponta positiva, Vibra (VBBR3) figuraram entre as maiores altas do Ibovespa com a possibilidade de reajuste dos combustíveis a partir de amanhã — devido a MP da mudança no uso de créditos do PIS/Cofins.

Suzano (SUZB3) avançou com apreciação do dólar, que favorece as companhias exportadoras. Prio (PRIO3) subiu na esteira do petróleo.

Confira as maiores altas do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
SMTO3São MartinhoR$ 30,006,19%
VBBR3VIBRA energia ONR$ 21,302,40%
SUZB3Suzano ONR$ 49,692,14%
PRIO3PRIO ONR$ 40,762,10%
BRKM5Braskem PNR$ 17,981,99%

Na ponta negativa, as varejistas recuaram em bloco com o avanço dos juros futuros na expectativa pelo IPCA de maio.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (10):

CÓDIGONOMEULTVAR
SOMA3Grupo Soma ONR$ 5,70-5,00%
ARZZ3Arezzo ONR$ 48,40-4,14%
BPAC11BTG Pactual unitsR$ 31,60-3,30%
LREN3Lojas Renner ONR$ 12,76-3,11%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 9,46-2,77%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa encerrou o pregão em linha de estabilidade, com leve queda de 0,01%, aos 120.759,51 pontos.

Por aqui, os investidores reagiram ao Boletim Focus, com aumento das expectativas para a inflação (IPCA) deste e do próximo ano.

O avanço de Petrobras (PETR4) até deu certo fôlego ao Ibovespa durante a tarde, mas não foi suficiente para que o índice terminasse o dia em tom positivo.

O mercado mantém no radar a tramitação da proposta de mudança do PIS/Confis como medida compensatória à desoneração da folha de pagamentos.

Também, nesta semana, o PL Mover, que tem entre outros dispositivos a taxação das compras internacionais de até US$ 50, deve ter votação final no Senado Federal. Em seguida, a matéria será enviada à sanção presidencial.

Agora, as expectativas estão no IPCA de maio, que deve ser divulgado amanhã (11).

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York renovaram os recordes históricos de fechamento mais uma vez em meio às expectativas por dados de inflação e decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed).

O Fed deve manter os juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano pelo sétima vez consecutiva. A expectativa, porém, está no comunicado do presidente do BC norte-americano. Jerome Powell, após a decisão — é esperado alguma sinalização que corrobore para as apostas de um ou dois cortes até o fim do ano.

Confira o fechamento dos índices em Nova York:

  • Dow Jones: +0,18%, aos 38.868,04 pontos;
  • S&P 500: +0,26%, aos 5.360,79 pontos;
  • Nasdaq: +0,35%, aos 17.192,53 pontos.
FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar à vista fechou a R$ 5,3569, com alta de 0,60%.

A moeda norte-americana ganhou força com a expectativa do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de maio na próxima quarta-feira (12), antes da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed).

AS AÇÕES DA CAMIL (CAML3) CAEM FORTE NA BOLSA HOJE — E A “CULPA” É DESSE BANCÃO DE INVESTIMENTOS

Os carboidratos parecem estar prontos para engordar a conta de uma dupla de empresas ligadas ao agronegócio brasileiro. Na avaliação do Bank of America, a Camil (CAML3) e a M Dias Branco (MDIA3) podem se beneficiar do aumento dos preços do arroz e do trigo em meio à restrição da oferta das commodities agrícolas.

Porém, esse impulso tem data de validade, segundo o BofA — o que impede uma visão otimista para as ações na bolsa brasileira.

Os analistas mantiveram recomendação “underperform” — equivalente a venda — para as ações CAML3, mas elevaram o preço-alvo de R$ 8,30 para R$ 10, implicando em um leve potencial de valorização de 3% em relação ao último fechamento.

Já para os papéis MDIA3, o BofA reiterou a recomendação neutra, porém reduziu o preço-alvo de R$ 42 para R$ 37, equivalente a uma valorização potencial de 16% frente ao fechamento anterior.

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AMIL E ALIANÇA SAÚDE NEGOCIAM COM A DASA

A Dasa (DASA3) confirmou nesta segunda-feira (10) que está em negociações avançadas com a operadora de planos de saúde Amil para uma fusão dos negócios.

Segundo fato relevante, o acordo prevê que cada empresa terá 50% do capital da Ímpar Serviços Hospitalares. A notícia foi antecipada pelo Valor nesta manhã.

De acordo com o documento, a Ímpar receberia 12 hospitais da companhia de medicina diagnóstica como parte da transação, além de hospitais da Rede Américas, da Amil.

Não fazem parte do negócio os hospitais da Rede Américas da operadora de planos no Ceará e no Rio Grande do Norte, além dos hospitais verticalizados da Amil. 

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FECHAMENTO DO PETRÓLEO

O petróleo fechou em alta de mais de 2%. Hoje, o Goldman Sachs divulgou um relatório em que estima o barril do Brent a US$ 86 no terceiro trimestre.

O banco prevê, na visão mais otimista, que o barril do Brent encerre o ano a US$ 90. A visão mais pessimista projeta o barril a US$ 75 no fim de 2024.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, com vencimento em agosto, terminaram o pregão com alta de 2,52%, a US$ 81,63 o barril na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os contratos do petróleo WTI, com vencimento em julho, avançaram 2,93%, a US$ 77,74 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex).

VALE (VALE3) NAS MÁXIMAS

Sem a ancoragem do minério de ferro por feriado na China, as ações da Vale (VALE3) sobem mais de 1% e renovam máximas ao longo do pregão na esteira da apreciação do dólar hoje.

VALE3 registra alta de 1,39%, a R$ 61,25.

IBOVESPA PERDE FÔLEGO

O Ibovespa reduziu a alta e opera próximo da estabilidade no nível dos 120 mil pontos.

As bolsas de Nova York e o forte avanço das ações da Petrobras (PETR4;PETR3) dão impulso ao Ibovespa, ainda que insuficientes em meio às incertezas sobre o cenário fiscal.

Há pouco, o ministro dos Transportes, Renan Filho, disse que o governo precisou buscar arrecadação em "outro lugar" após a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos até 2027. Ele referiu-se a medida que muda o uso de crédito de PIS/Confis. a proposta prevê alta de até R$ 0,11 por litro nos preços dos combustíveis.

PETROLEIRAS AVANÇAM

As ações das companhias de petróleo sobem com Prio (PRIO3) liderando a ponta positiva do setor e do Ibovespa e Petrobras (PETR4) entre as maiores altas.

CÓDIGONOMEULTVAR
PRIO3PRIO ONR$ 41,253,33%
PETR4Petrobras PNR$ 37,962,76%
PETR3Petrobras ONR$ 39,542,46%

O avanço deve-se a alta de mais de 2% do petróleo Brent no mercado internacional.

VITRU (VTRU3) DISPARA NO PRIMEIRO DIA DE NEGOCIAÇÕES NA B3

Um feito histórico. A companhia de educação à distância Vitru (VTRU3) acabou de fazer o desembarque na bolsa brasileira com sucesso — maior que o esperado. 

Depois de quatro anos de negociações em Wall Street, a empresa deixou a Nasdaq e começou a operar na B3 nesta segunda-feira (10). 

Em reação, as ações VTRU3 lideram os ganhos da bolsa brasileira desde a abertura do pregão e chegaram a registrar alta de mais de 18%. 

Mas os papéis da companhia perderam um pouco de força ao longo do pregão e encerraram com avanço de 12,70%, a R$ 13,49. Siga os mercados.

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FALA, CAMPOS NETO

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que a taxa real neutra de juros no Brasil tem caído ao longo do tempo, mas continua mais alta do que a de outros países emergentes. No curto prazo, no entanto, ele reconheceu um aumento do juro neutro.

"Quando olhamos no curto prazo, ele está subindo um pouco, então precisamos entender, endereçar isso", disse o presidente do BC, em um webinar organizado pela Constellation Asset.

O BC estima que a taxa real neutra de juros do Brasil seja de 4,5% ao ano, mas espera-se que possa haver uma revisão desse número no relatório Trimestral de Inflação (RTI) que será publicado no dia 27. Economistas do mercado falam em um juro neutro de 5% até 6%.

Campos Neto disse que o juro real do Brasil é, hoje, bem mais próximo dos pares do que dez anos atrás. Ele lembrou que as reformas aprovadas nos últimos anos não foram revertidas, o que pode ter ajudado a reduzir a taxa.

"As pessoas falam do fato de que o juro das NTN-B está em 6,2%, mas, um tempo atrás, ele ficou por um bom tempo entre 12% e 13%", disse. "Quando você coloca as coisas em perspectiva, olha em um prazo maior, as coisas no geral estão convergindo." [Estadão Conteúdo]

FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas na zona do euro fecharam a sessão desta segunda-feira em queda.

Os investidores internacionais repercutem o avanço da extrema-direita nas eleições para o Parlamento Europeu, o que levou o presidente Emmanuel Macron a antecipar as eleições legislativas na França.

Confira como as bolsas na Europa encerraram o pregão hoje:

  • DAX (Frankfurt): -0,37%
  • CAC 40 (Paris): -1,35%
  • FTSE 100 (Londres): -0,34%
BANCOS CAEM EM BLOCO

O setor bancário opera majoritariamente em queda, puxados pelo receio de juros mais altos no país.

As incertezas voltam a rondar o radar dos investidores locais após dados do Boletim Focus indicarem projeções de alta do IPCA.

Confira as ações das principais instituições financeiras:

  • Itaú Unibanco (ITUB4): -1,14%
  • Santander Brasil (SANB11): -1,03%
  • BTG Pactual (BPAC11): -1,71%
  • Bradesco (BBDC4): -0,62%
COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa opera em alta de 0,30%, aos 121.110 pontos, nesta segunda-feira (10), impulsionado pelos ganhos nos papéis da Petrobras.

A valorização das ações da estatal é impulsionada pela alta do petróleo. As petroleiras sobem em bloco, com destaque para PetroRio (PRIO3), com ganhos de mais de 2,20%.

No entanto, Wall Street limita a alta do Ibovespa, enquanto incertezas sobre juros na economia norte-americana permanecem no radar dos investidores. As bolsas de Nova York operam em leve alta, com exceção do índice Dow Jones, que cai 0,13%.

Já o dólar segue forte, com valorização de 0,11%, a R$ 5,35.

GIRO DO MERCADO

ELETROBRAS (ELET3) VENDE TÉRMICAS PARA ÂMBAR ENERGIA: MAIS DIVIDENDOS À VISTA?

A Eletrobras (ELET3) assinou acordo para a venda dos últimos ativos termelétricos em operação com a mbar Energia. Os compradores pertencem ao grupo J&F — também donos da JBS — e vão pagar até R$ 4,7 bilhões pelos 13 ativos térmicos envolvidos na operação.

O analista Ruy Hungria, da Empiricus Research, comenta como o negócio pode impactar os acionistas da companhia e seus dividendos, e se é uma boa oportunidade para investir na Eletrobras.

ACOMPANHE AO VIVO:

DÓLAR SE APROXIMA DE R$ 5,40

O dólar à vista acelera os ganhos e opera em alta de quase 1%, a R$ 5,3721.

A moeda norte-americana é impulsionada pelo avanço das incertezas sobre o cenário fiscal e a expectativa pela decisão de política monetária nos Estados Unidos.

VITRU (VTRU3) SOBE 18%

As ações da Vitru Educação (VTRU3) chegaram a atingir mais de 18% de alta há pouco. Os papéis sobem no primeiro dia de negociações na B3, após a companhia operar por quatro anos em Nasdaq.

Agora, os papéis sobem 16,54%, a R$ 13,95.

IBOVESPA TESTA ALTA COM PETROBRAS

O Ibovespa deixou o tom positivo e passou a operar em alta há pouco, com o avanço das ações da Petrobras (PETR4). O índice sobe 0,17%, aos 120.968 pontos.

Os papéis da estatal operam entre as maiores altas do índice com apoio do desempenho do petróleo no comércio internacional. PETR4 e PETR3 sobem mais de 1%.

As declarações de Campos Neto também repercutem.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York operam em queda após a abertura.

  • S&P 500: -0,18%, aos 5.337,51 pontos;
  • Dow Jones: -0,01%, aos 38.795,61 pontos;
  • Nasdaq: -0,31%, aos 17.079,46 pontos.

No radar dos investidores está a decisão de política monetária dos Estados Unidos.

O Federal Reserve deve manter os juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano pelo sétima vez consecutiva. A expectativa, porém, está no comunicado do presidente do Fed, Jerome Powell, após a decisão — é esperado alguma sinalização que corrobore para as apostas de um ou dois cortes até o fim do ano.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas do Ibovespa após a abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
LWSA3LWSA ONR$ 4,281,42%
BRKM5Braskem PNR$ 17,800,96%
UGPA3Ultrapar ONR$ 22,310,68%
PETR4Petrobras PNR$ 37,170,62%
PETR3Petrobras ONR$ 38,800,54%

Confira as maiores quedas do Ibovespa após a abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
VAMO3Vamos ONR$ 7,54-1,82%
GUAR3Guararapes ONR$ 7,02-1,68%
COGN3Cogna ONR$ 1,77-1,67%
CVCB3CVC ONR$ 1,87-1,58%
USIM5Usiminas PNAR$ 7,07-1,53%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em queda de 0,13% aos 120.613,33 pontos após a abertura.

O tom negativo é limitado pelo avanço do petróleo, sem a referência do minério de ferro na China — por feriado local.

Por aqui, os investidores reagem ao Boletim Focus, com aumento das expectativas para a inflação (IPCA) deste e do próximo ano.

O mercado também acompanha a tramitação da proposta de mudança do PIS/Confis como medida compensatória à desoneração da folha de pagamentos.

Também, nesta semana, o PL Mover, que tem entre outros dispositivos a taxação das compras internacionais de até US$ 50, deve ter votação final no Senado Federal. Em seguida, a matéria será enviada à sanção presidencial.

O IPCA de maio fica no radar. O dado deve ser divulgado amanhã (11).

Lá fora, as atenções concentram-se na decisão de política monetária dos Estados Unidos. O Federal Reserve deve manter os juros no intervalo de 5,25% a 5,50% ao ano.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam em alta no pré-mercado em Nova York.

  • Vale (VALE): +0,35%, a US$ 11,39;
  • Petrobras (PBR): +1,03%, a US$ 14,69
ELETROBRAS (ELET3) LEVANTA R$ 4,7 BILHÕES COM VENDA DE TERMELÉTRICAS — E AINDA DIMINUI O RISCO DO PORTFÓLIO

A Eletrobras (ELET3) anunciou nesta segunda-feira (10) que venderá seu portfólio termoelétrico para a Âmbar Energia. Com o acordo, a ex-estatal federal receberá R$ 4,7 bilhões pelos ativos. 

Deste total, aproximadamente R$ 1,2 bilhão será a título de earn-out, condicionado ao cumprimento de determinadas metas estipuladas em contrato.

De acordo com fato relevante enviado à CVM, a operação permitiu a maximização do valor dos ativos da companhia com “adequada alocação de risco” — eliminando os impactos de inadimplência de contratos de venda de energia elétrica.

Outro objetivo da transação é acelerar o atingimento de uma das metas de sustentabilidade da Eletrobras, de zerar a emissão de carbono até 20230

Leia mais.

MERCADO DE COMMODITIES

Com a ausência das bolsa de Dalian com feriado na China, as negociações em Cingapura tornam-se referências para o mercado de commodities. O minério de ferro recuou 3,06%, a US$ 105,40 a tonelada.

Os contratos futuros do petróleo Brent sobem 1,00%, a US$ 80,42 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

LOST IN TRANSLATION

Para a alegria de alguns e infelicidade de outros, estou de volta!

E que semana para estar longe de vocês… Felizmente, contei com a competência dos meus excelentes colegas da Empiricus, que cobriram minha ausência com maestria. Agora, vamos ao que interessa.

O panorama político em Brasília continua a tumultuar a situação nacional. Declarações do ministro Haddad, mal interpretadas em uma reunião privada com investidores, catalisaram instabilidade no mercado brasileiro na última sexta-feira.

Paralelamente, dados inesperados sobre emprego e salários nos EUA em maio aumentaram a probabilidade de que o Federal Reserve mantenha as taxas de juros elevadas por mais tempo, o que levou ao adiamento das expectativas de cortes de taxas de setembro para novembro, fortalecendo o dólar e elevando os juros dos Treasuries, afetando negativamente as bolsas globais.

Nesta semana, a atenção está voltada para a reunião do Fed na quarta-feira e para os esforços de Haddad em convencer o Congresso a aceitar a Medida Provisória do PIS/Cofins como compensação para a desoneração da folha de pagamento, após a recepção crítica de suas declarações anteriores.

Também serão divulgadas as inflações brasileira e norte-americana de maio.

A China anunciará sua inflação amanhã, e a política monetária do Japão será decidida na sexta-feira.

Na Ásia, um feriado na segunda-feira fechou mercados importantes, enquanto na Europa, os mercados abriram em baixa após o presidente francês convocar eleições antecipadas devido a uma derrota no Parlamento Europeu.

A ver…

00:56 — Versão brasileira: Encontros e Desencontros

Na semana anterior, o mercado financeiro brasileiro enfrentou intensas pressões, amplamente motivadas por rumores ligados a declarações do ministro Fernando Haddad durante um encontro fechado com investidores.

Alega-se que Haddad mencionou a necessidade de conter até R$ 30 bilhões em despesas governamentais neste ano, destacando que a decisão de reduzir gastos ou modificar o arcabouço fiscal estaria nas mãos do presidente Lula, com uma definição esperada para agosto.

Essa interpretação circulou rapidamente entre os traders, gerando especulações de que o governo poderia optar por revisar a estrutura fiscal em vez de efetuar cortes diretos. Isso exacerbou a instabilidade no câmbio e nos juros futuros, contribuindo para uma acentuada queda do Ibovespa, já prejudicada por um relatório de emprego robusto nos EUA.

Mesmo após uma segunda entrevista na qual o ministro tentou clarificar suas palavras, o clima no mercado continuou pesado.

O aumento nos gastos com Previdência e Assistência Social é visto com preocupação, mas ainda insuficiente para acalmar as expectativas instáveis.

Adicionalmente, conforme relatado por Laís na sexta-feira anterior, uma medida provisória que restringe os créditos de PIS e Cofins pode resultar em um aumento nos preços dos combustíveis a partir de terça-feira, potencialmente adicionando até 11 centavos por litro, dependendo do repasse aos consumidores.

Parece possível que a equipe econômica busque uma solução de compromisso frente à resistência de diversos setores e do Congresso, o que revela uma fragilidade governamental em manter sua posição de força no mercado.

Olhando para frente, a agenda desta semana está repleta de indicadores cruciais: a publicação do IPCA na terça-feira, dados sobre o volume de serviços na quarta-feira, as vendas no varejo na quinta-feira e o IBC-Br na sexta-feira, que juntos oferecerão um panorama atualizado da economia brasileira.

01:41 — Um mercado ainda forte

Nos EUA, os dados econômicos que antecederam o relatório de emprego da última sexta-feira deixaram os investidores mais preocupados com o enfraquecimento da economia e menos otimistas quanto aos potenciais cortes nas taxas de juros.

A expectativa era de que um relatório de emprego robusto ou em linha com as previsões fosse bem recebido, mas a realidade foi diferente.

O relatório surpreendentemente forte de empregos na manhã de sexta-feira provocou quedas nas três principais bolsas de valores.

O Departamento do Trabalho informou que a economia dos EUA criou 272 mil empregos não agrícolas em maio, muito acima da previsão consensual de 180 mil, destacando a dificuldade atual de fazer projeções precisas. O rendimento médio por hora aumentou 0,4% em maio, superando as expectativas de 0,3%, enquanto a taxa de desemprego subiu para 4%, ante 3,9% em abril.

Embora os rendimentos dos títulos tenham se mantido em alta constante durante a maior parte do dia, o mercado de ações ficou incerto.

O S&P 500 e o Nasdaq, que estavam a caminho de seus fechamentos mais altos já registrados, recuaram na tarde de sexta-feira.

O relatório aliviou algumas preocupações recentes sobre a economia, mas também diminuiu as esperanças de um corte nas taxas de juros em julho. Um corte em setembro parece ainda mais improvável agora, com as chances de não haver cortes antes das eleições de 2024 subindo para 51%, em comparação com 31,3% na quinta-feira.

Nesta semana, a reunião do Fed e os dados de inflação podem trazer ainda mais volatilidade ao mercado.

02:38 — Um resultado diferente do que se esperava

Na semana passada, tivemos o desfecho de uma das grandes eleições de 2024. Acompanhei com vocês desde o início as eleições indianas, que se estendem por várias semanas devido ao tamanho da população.

Como esperado, Narendra Modi declarou vitória, garantindo seu terceiro mandato como líder da Índia. Contudo, ele precisará do apoio de partidos menores para governar, um resultado surpreendente que poderá dificultar a aprovação de grandes reformas econômicas. Confesso que fiquei surpreso.

A Índia cresceu significativamente durante os dois primeiros mandatos de Modi como primeiro-ministro, ultrapassando o Reino Unido para se tornar a quinta maior economia do mundo e registrando um crescimento de 8,2% no último ano fiscal.

Para sustentar esse ritmo e se tornar uma superpotência econômica rivalizando com a China, o novo governo precisará implementar mais mudanças importantes.

Com um governo mais fragmentado, a formulação de políticas tende a se tornar mais complexa no futuro.

Apesar do revés eleitoral surpreendente para o Partido Bharatiya Janata de Modi, de direita e nacionalista hindu, os especialistas acreditam que a economia indiana, a de maior crescimento no mundo, continuará a prosperar.

Ao que tudo indica, a administração Modi ainda tem mandato suficiente para aprovar reformas que manterão o crescimento potencial entre 6% e 7%.

Isso colocaria a economia indiana no caminho para mais do que dobrar de tamanho na próxima década. Vamos acompanhar os desdobramentos.

03:25 — E a África do Sul?

O partido no poder na África do Sul, o Congresso Nacional Africano (ANC), enfrenta uma escolha difícil.

Seu desempenho insatisfatório nas eleições de final de maio significa que terá de encontrar aliados entre os populistas anti-livre mercado ou um partido associado ao privilégio branco.

Outra opção seria tentar governar como uma minoria. Péssimo para o país. O futuro dependerá de intensas negociações, principalmente dentro do próprio ANC, antes que um acordo seja concluído.

A comunidade empresarial e os aliados do Presidente Cyril Ramaphosa favorecem uma aliança com a centrista Aliança Democrática (AD), que poderia ajudar a fortalecer o rand e resgatar a credibilidade fiscal da nação, mantendo Ramaphosa como presidente.

No entanto, para muitos sul-africanos negros que levaram o ANC ao poder no final do apartheid, há três décadas, uma aliança com a AD, predominantemente branca, seria impensável. Pelo menos no passado.

Os tempos, porém, mudaram. As eleições demonstraram que, diante da pobreza crescente, desemprego em massa, cortes de energia, crime e corrupção endêmica, os sul-africanos perderam a paciência com o ANC. Portanto, o obstáculo do passado pode não ser tão insuperável hoje. Talvez essa seja a melhor solução nas condições atuais.

04:14 — Movimentações europeias

Na semana passada, o Banco Central Europeu implementou seu primeiro corte de taxa de juros em um longo período, reduzindo a taxa básica para os 20 países que utilizam o euro de 4% para 3,75%. Esta taxa havia sido mantida desde setembro do ano passado.

A medida visa aliviar a pressão financeira sobre empresas e consumidores, que têm sentido os efeitos das rápidas elevações das taxas de juros desde o final de 2021.

Contudo, o impacto desta mudança e sua continuidade dependerão dos dados econômicos recentes dos EUA.

Atualmente, o foco do mercado está nas eleições do Parlamento Europeu. Embora o resultado possa não ter um impacto imediato nos investidores, pode influenciar significativamente o cenário político na Europa.

Na França, o partido de Le Pen superou o de Macron, que respondeu dissolvendo o Parlamento e convocando eleições legislativas antecipadas em dois turnos, a serem realizados em 30 de junho e 7 de julho, após a derrota.

Na Alemanha, a extrema direita avançou significativamente, passando de quarta para segunda maior força política, impondo uma derrota histórica ao partido social-democrata do primeiro-ministro Olaf Scholz.

O avanço da ultradireita na União Europeia pode ter implicações para o Brasil, especialmente em questões econômicas e migratórias, além das negociações relacionadas ao acordo com o Mercosul, que pode ganhar novo impulso após essas eleições.

A UE é o segundo maior parceiro comercial do Brasil, ficando atrás apenas da China.

No entanto, as projeções desta manhã sugerem que os partidos de centro devem manter o controle do Parlamento Europeu, apesar do crescimento das alas mais radicais. Os resultados oficiais serão divulgados em breve.

ABERTURA DOS UROS FUTUROS

Os juros futuros abriram com viés de ata em toda a curva na esteira dos rendimentos dos títulos do tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys.

Contudo, as incertezas sobre o cenário fiscal ganham maior peso após uma reunião do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com investidores na última sexta-feira (7).

Além disso, o aumento das expectativa de inflação apontadas pelo Boletim Focus repercute sobre a curva de juros brasileira.

Confira como abriram os DIs hoje:

CÓDIGONOME ULT ABE FEC
DI1F25DI Jan/2510,58%10,61%10,61%
DI1F26DI Jan/2611,18%11,23%11,23%
DI1F27DI Jan/2711,54%11,61%11,60%
DI1F28DI Jan/2811,78%11,87%11,84%
DI1F29DI Jan/2911,91%12,01%11,96%
DI1F30DI Jan/3012,01%12,08%12,05%
DI1F31DI Jan/3112,05%12,11%12,11%
ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro opera em alta de 0,18%, aos 120.790 pontos após a abertura.

Por aqui, os investidores reagem ao Boletim Focus, com aumento das expectativas para a inflação (IPCA) deste e do próximo ano.

O mercado também acompanha a tramitação da proposta de mudança do PIS/Confis como medida compensatória à desoneração da folha de pagamentos.

Também, nesta semana, o PL Mover, que tem entre outros dispositivos a taxação das compras internacionais de até US$ 50, deve ter votação final no Senado Federal. Em seguida, a matéria será enviada à sanção presidencial.

O IPCA de maio fica no radar. O dado deve ser divulgado amanhã (11).

Lá fora, as atenções concentram-se na decisão de política monetária dos Estados Unidos. O Federal Reserve deve manter os juros no intervalo de 5,25% a 5,50% ao ano.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista abre a R$ 5,3400, com alta de 0,29% em relação ao fechamento anterior.

BOLETIM FOCUS

Copom divulgou na manhã desta terça-feira (10) as projeções do mercado sobre a economia brasileira. Principais mudanças no Boletim Focus foram: aumento das expectativas para o IPCA em 2024 e 2025; alta do PIB para 2024; e aumento das projeções para o dólar e a Selic em 2025. Confira:

Inflação

IPCA 2024: saiu de 3,88% para 3,90% (↑)
IPCA 2025: foi 3,77% para 3,78% (↑)

Atividade econômica

PIB 2024: saiu de 2,05% para 2,09% (↑)
PIB 2025: manteve em 2,00% (=)

Câmbio

Dólar 2024: permaneceu em R$ 5,05 (=)
Dólar 2025: passou de R$ 5,05 para R$ 5,09 (↑)

Taxa de juros

Selic 2024: permaneceu em 10,25% (=)
Selic 2025: foi de 9,18% para 9,25% (↑)

PIB DO JAPÃO

O Produto Interno Bruto (PIB) do Japão apresentou queda de 0,5% nos três meses até março de 2024, em comparação com o trimestre anterior.

A queda já era prevista pelo mercado e foi puxada por gastos lentos das famílias e empresas do país.

BOLSAS DA ÁSIA FECHAM SEM DIREÇÃO ÚNICA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta segunda-feira.

A bolsa de Tóquio subiu 0,92%, impulsionada pelos setores de finança e eletrônicos.

Já a bolsa de Seul recuou 0,79%, pressionada por ações ligadas a baterias e jogos online.

Enquanto isso, as bolsas de valores de Xangai, Hong Kong e Taiwan permaneceram fechadas devido a feriados locais.

Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:

  • Xangai: fechada
  • Tóquio: 0,92%
  • Hong Kong: fechada
  • Kospi: 0,79%
  • Taiwan: fechada
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM QUEDA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta segunda-feira.

Os investidores reagem ao resultado das eleições para o Parlamento Europeu.

A apuração mostrou avanço dos partidos de extrema-direita na União Europeia (UE).

Na França, o presidente Emmanuel Macron antecipou as eleições legislativas.

Confira as bolsas na Europa agora:

  • DAX (Frankfurt): -0,64%
  • CAC 40 (Paris): -1,75%
  • FTSE 100 (Londres): -0,31%
  • Euro Stoxx 600: -0,57%
FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO VERMELHO

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no vermelho nesta segunda-feira.

O movimento sugere uma continuidade das perdas diante da diminuição das chances de cortes de juros nos Estados Unidos ao longo do segundo semestre de 2024.

Na quarta-feira, o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) revisará sua política monetária.

A expectativa é de que o Fed mantenha os juros inalterados pela sétima reunião consecutiva.

Confira:

  • S&P 500 futuro: -0,19%
  • Dow Jones futuro: -0,29%
  • Nasdaq futuro: -0,16%
COMO FECHOU O IBOVESPA NA SEXTA-FEIRA

O Ibovespa começa a semana perto das mínimas de 2024, defendendo o suporte de 120 mil pontos.

Na última sexta-feira, a bolsa brasileira tombou 1,73% na esteira do payroll, o relatório mensal sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos.

No acumulado da semana passada, o principal índice de ações da B3 recuou 1,09%.

Já o dólar avançou 1,41% no mesmo intervalo, encerrando a sexta-feira na faixa de R$ 5,32.

Veja como foi o último pregão.

Agenda econômica: Inflação no Brasil e nos EUA e decisão do Fed sobre juros dominam os holofotes; veja os destaques da semana

Mais uma semana se inicia agitada nos mercados financeiros globais, e os investidores deverão apertar os cintos para acompanhar a enxurrada de indicadores financeiros e decisões de política monetária que estão por vir. 

A agenda econômica da semana começa com feriados locais na Ásia, especificamente em Hong Kong e na China, que deixarão os mercados fechados por lá.

Apesar das festividades asiáticas, a segunda-feira (10) promete ser movimentada com a publicação do Boletim Focus no Brasil e o discurso do presidente do Bundesbank na Europa.

Por sua vez, a terça-feira (11) trará a divulgação da inflação de maio no Brasil, medida pelo IPCA, e na China. No dia, ainda será publicado o relatório mensal da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). 

Leia mais.

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