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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Fed mantém juros inalterados pela sétima vez consecutiva e dólar sobe a R$ 5,40; Ibovespa cai 1% de olho no fiscal

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12 de junho de 2024
17:21 - atualizado às 17:42

RESUMO DO DIA: Se enganou quem achou que a decisão dos juros nos Estados Unidos seria o único destaque do dia. O cenário fiscal doméstico roubou a cena e o Ibovespa voltou ao território negativo.

O principal índice da bolsa brasileira fechou em baixa de 1,40%, aos 119.936 pontos, renovando a mínima do ano e ao menor nível desde junho de 2023. O dólar à vista subiu na comparação com o real e fechou a R$ 5,4062, com alta de 0,84%

Por aqui, o presidente Lula se encarregou de trazer novas incertezas sobre o andamento das contas públicas ao afirmar, em evento, que o governo está "colocando as contas públicas em ordem para assegurar o equilíbrio fiscal".

A declaração foi mal recebida pelo mercado, já que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, prepara um 'cardápio' de cortes de gastos.

Combinado com a devolução da MP que altera a regra do PIS/Confins pelo Senado, os investidores passaram a precificar um possível enfraquecimento de Haddad no governo.

Ainda que em segundo plano, a decisão de política monetária nos Estados Unidos trouxe surpresas para a trajetória dos juros. O Federal Reserve (Fed) manteve os juros inalterados pela sétima vez consecutiva na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano, com a sinalização de apenas um corte até o final do ano.

Confira o que movimentou os mercados nesta quarta-feira (12): 

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA

Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
EMBR3Embraer ONR$ 39,983,01%
MRVE3MRV ONR$ 6,921,02%
KLBN11Klabin unitsR$ 20,510,84%
WEGE3Weg ONR$ 38,070,71%
GGBR4Gerdau PNR$ 17,370,70%

E as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (12):

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 11,47-7,80%
COGN3Cogna ONR$ 1,69-7,14%
DXCO3Dexco ONR$ 6,58-4,91%
RAIZ4Raízen ONR$ 2,68-4,29%
VAMO3Vamos ONR$ 7,22-4,24%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa fecha em baixa de 1,40%, aos 119.936,02 pontos.

Por aqui, as preocupações com o cenário fiscal ocuparam os holofotes. Mais cedo, o presidente Lula afirmou que o governo está colocando as contas públicas em ordem para assegurar o equilíbrio fiscal, mas para isso, deve aumentar a arrecadação.

Além disso, o mercado reagiu a sinalização de que o Federal Reserve (Fed) deve cortar os juros apenas uma vez até o fim do ano.

FECHAMENTO DAS BOLSAS EM NOVA YORK

O dia dos namorados não trouxe o presente que muito investidor esperava: o sinal claro de que o corte de juros acontecerá no curto prazo nos EUA — mas nem por isso o mercado deixou de celebrar o 12 de junho com recordes do S&P 500 e do Nasdaq

O índice de mercado mais amplo de Nova York chegou a subir 1,2% durante a sessão, enquanto índice tecnológico avançou para a casa dos 2,0%. Vale lembrar que tanto o S&P 500 quanto o Nasdaq haviam conquistado recordes de fechamento na sessão anterior. 

O Dow Jones, por sua vez, viveu uma montanha-russa: subiu, desceu e acabou terminando o dia no vermelho. Confira a variação e a pontuação dos principais índices de ações do mercado norte-americano no fechamento:

  • Dow Jones: -0,09%, 38.712,21 pontos
  • S&P 500: +0,85%, 5.420,96 pontos
  • Nasdaq: +1.53%, 17.608,44 pontos

O combo que levou o S&P 500 e o Nasdaq às máximas

O combo que ajudou o S&P 500 e o Nasdaq a bateram máximas intradiárias foi formado pelo índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de maio e pela decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano)

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FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar à vista fecha a R$ 5,4062, com alta de 0,84%.

A moeda norte-americana ganhou força com a sinalização do Federal Reserve (Fed) de apenas um corte nos juros dos Estados Unidos até dezembro. O BC norte-americano manteve os juros pela sétima vez consecutiva.

Além disso, as preocupações com o cenário fiscal deram tração ao dólar.

Mais cedo,  o presidente Lula afirmou que o governo está colocando as contas públicas em ordem para assegurar o equilíbrio fiscal, mas para isso, deve aumentar a arrecadação — o que trouxe cautela para o mercado um dia após a devolução da MP sobre o PIS/Confis para compensar a prorrogação da desoneração da folha e a expectativa de que ministro da Fazenda, Fernando Haddad, enviará um "cardápio" de corte de gastos.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

O petróleo encerrou a sessão em alta, apesar da alta dos estoques da commodity nos Estados Unidos.

Os estoques de petróleo no país aumentaram 3,73 milhões de barris na última semana, a 459,652 milhões de barris, segundo dados do Departamento de Energia (DoE).

O resultado veio acima das previsões dos analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que projetavam queda de 1,2 milhão.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, com vencimento para agosto, terminaram as negociações com avanço de 0,83%, a US$ 82,60 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os contratos mais líquidos do petróleo WTI, com vencimento em julho, subiram 0,77% hoje, a US$ 78,50 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex).

IBOVESPA CAI 1%

Enquanto os investidores acompanham a entrevista coletiva do presidente do BC dos Estados Unidos, Jerome Powell após a manutenção dos juros, o Ibovespa segue em ritmo de queda.

Por aqui, além da redução dos ganhos da bolsas de NY, o principal índice da bolsa brasileira cai com temor sobre o cenário fiscal.

Mais cedo, o presidente Lula afirmou que o governo está colocando as contas públicas em ordem para assegurar o equilíbrio fiscal, mas para isso, deve aumentar a arrecadação — o que trouxe cautela para o mercado um dia após a devolução da MP sobre o PIS/Confis para compensar a prorrogação da desoneração da folha e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmar que enviará um "cardápio" de corte de gastos.

O Ibovespa cai 0,49%, aos 119.823 pontos.

FALA, POWELL

Após manter os juros inalterados pela sétima vez consecutiva, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, reafirmou que a inflação está desacelerando, em linha com o comunicado divulgado há pouco.

Contudo, a inflação segue acima da meta no longo prazo.

Powell voltou a dizer que o Fed espera ter maior confiança antes de decidir cortar os juros. No gráfico de pontos, o BC norte-americano estima apenas um corte até o fim do ano. Em março, as projeções eram de três reduções.

"As projeções do 'dot plot' não são um plano nem decisão antecipada", disse Powell durante a coletiva. Ele disse ainda que é "plausível" a previsão de um ou dois cortes por parte dos dirigentes, "a depender dos dados".

DE POWELL, COM AMOR (MAS NEM TANTO): O QUE A DECISÃO DO FED DIZ SOBRE OS JUROS NOS EUA

O dia é dos namorados, mas o romance entre o Federal Reserve (Fed) e o mercado está longe de acontecer — tudo indica que não deve rolar nada antes de setembro. Nesta quarta-feira (12), o banco central norte-americano manteve os juros inalterados na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano. 

A decisão, no entanto, era amplamente esperada. Há dias, 99% dos investidores viam a possibilidade de manutenção da taxa como aconteceu hoje e jogavam as apostas do primeiro corte de juros nos EUA para os meses de setembro, novembro e dezembro — com o último mês do ano concentrando a maioria delas. 

No comunicado, o banco central norte-americano diz que a atividade econômica continuou a se expandir a um ritmo sólido, com fortes ganhos de emprego e taxa de desemprego baixa. Sobre a inflação, o documento traz uma mudança sutil.

"Nos últimos meses, registaram-se novos progressos modestos em direção ao objetivo de inflação de 2% do Comitê", diz o comunicado.

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REAÇÃO AO FED

As bolsas de Nova York perderam o fôlego após a decisão do Federal Reserve (Fed), com destaque para Dow Jones que inverteu o sinal para queda.

  • Dow Jones: -0,10%;
  • S&P 500: +0,86%;
  • Nasdaq: +1,66%.

O BC norte-americano manteve os juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano, em uma decisão unânime e como o esperado pelo mercado. Mas o comunicado trouxe a sinalização de apenas um corte nos juros até o final do ano.

Mais cedo, as apostas de corte de até 0,50 ponto percentual, sendo uma redução em novembro e outra em dezembro, ganharam força após a inflação ficar estável na base mensal.

Os rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americanos mantiveram queda. O T-note de 10 anos passou a operar a 4,289% e o T-note de 30 anos recua a 4,448%.

O DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, cai 0,70%.

O dólar à vista ganhou força a R$ 5,3813. O Ibovespa acelerou perdas a 1%, mas mantém os 120 mil pontos.

FED MANTÉM JUROS INALTERADOS

O Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed) manteve os juros inalterados na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano. A decisão foi unânime e em linha com a expectativa do mercado.

O comunicado veio acompanhado da sinalização de apenas um corte nos juros até o final do ano.

Enquanto o mercado digere o comunicado, os investidores aguardam a entrevista coletiva do presidente do Fed, Jerome Powell.

ANTES DO FED

Instantes antes da decisão sobre os juros nos Estados Unidos, as bolsas de Nova York operam em alta.

  • S&P 500: +1,09%, aos 5.433,94 pontos;
  • Dow Jones: +0,13%, aos 39.799,29 pontos;
  • Nasdaq: +1,83%, aos 17.660,42 pontos.

Os rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americanos caem. O T-note de 10 anos opera a 4,262% e o T-note de 30 anos recua a 4,428%.

Na comparação com uma cesta de seis divisas globais, o dólar cai 0,81%.

Em relação ao real, o dólar sobe 0,20%, a R$ 5,3717. O Ibovespa cai 0,97%, aos 120.450 pontos.

COMO UMA OPERAÇÃO DA PF DEVE AFETAR OS DIVIDENDOS DE DOIS FIAGROS

Quem é cotista dos dois fundos de investimento nas cadeias produtivas agroindustriais (fiagros) da AZ Quest pode notar uma distribuição de dividendos um pouco menor nos próximos dois meses.

Isso porque os proventos do AZ Quest Sole (AAZQ11), que é listado na B3, e o AZ Quest Luna (AZQA11), negociado na Cetip, devem ser afetados pelos desdobramentos de uma operação da Polícia Federal deflagrada na semana passada.

A notícia, que foi confirmada pelos fundos via comunicado, provoca uma queda na cotação do AAZQ11 no pregão desta quarta-feira (12). Por volta das 13h10, as cotas registravam um recuo de 2,86%, a R$ 7,48.

A ação da PF em questão, batizada de "Operação Greenwashing", ocorreu em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. O objetivo foi "desarticular uma suposta organização criminosa suspeita de vender cerca de R$ 180 milhões em crédito de carbono ilegal".

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MAIORES QUEDAS DO IBOVESPA

A ponta negativa do Ibovespa é liderada pelas ações do Magazine Luiza (MGLU3).

Os papéis caem com a abertura da curva de juros brasileira em meio à crescente cautela dos investidores sobre o cenário fiscal após declarações do presidente Lula.

Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 11,76-5,47%
COGN3Cogna ONR$ 1,75-3,85%
CYRE3Cyrela ONR$ 18,83-3,58%
DXCO3Dexco ONR$ 6,68-3,47%
RAIZ4Raízen ONR$ 2,71-3,21%
MAIORES ALTAS DO IBOVESPA

Com a deterioração do mercado doméstico com preocupações sobre o cenário fiscal, apenas cinco ações sobem no Ibovespa:

Prio (PRIO3) lidera os ganhos na esteira da valorização do petróleo. Rede D'Or (RDOR3) avança com o anúncio de recompra de até R$ 1 bilhões em ações.

Confira as altas do Ibovespa até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
PRIO3PRIO ONR$ 43,161,43%
MRVE3MRV ONR$ 6,910,88%
SLCE3SLC AgrícolaR$ 17,630,40%
GGBR4Gerdau PNR$ 17,290,23%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 27,210,18%
FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas da Europa encerram o pregão com alta. Os investidores repercutiram a estabilidade da inflação em maio nos Estados Unidos em meio à expectativa pela decisão sobre os juros nos Estados Unidos.

Confira o fechamento dos principais índices da Europa:

  • DAX (Frankfurt): +1,49%, aos 18.644,27 pontos;
  • FTSE 100 (Londres): +0,83%, aos 8.215,48 pontos;
  • CAC 40 (Paris): +0,97%, aos 7.864,70 pontos;
  • Stoxx 600: +1,15%, aos 523,26 pontos.
IBOVESPA RENOVA MÍNIMA DE UM ANO E DÓLAR DISPARA A R$ 5,42. QUEM É O CULPADO?

A quarta-feira (12) começou com boas notícias no exterior, em dia de decisão de política monetária nos Estados Unidos. A inflação da maior economia do mundo ficou estável em maio na comparação com abril e as apostas de até dois cortes até o final do ano ganharam força. 

Mas o mercado doméstico não teve a mesma sorte. Em pouco tempo após o início das operações na B3, a agenda esvaziada deu espaço para o aumento da aversão ao risco dos ativos locais. 

E, mais uma vez, o problema é o cenário fiscal brasileiro. O principal índice da bolsa, o Ibovespa, atingiu a mínima desde junho de 2023 aos 119.830,26 pontos e o dólar disparou a R$ 5,4299. Já a curva de juros futuros (DIs) começou a precificar Selic entre 11,25% a 11,5% até o fim do ano. Siga os mercados.

O movimento foi uma reação imediata dos investidores às declarações do presidente Lula. 

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GIRO DO MERCADO

PERSPECTIVAS DOS GESTORES DE FUNDOS MULTIMERCADOS PARA JUNHO

Alexandre Alvarenga, analista de fundos de investimentos da Empiricus Research, também participa da transmissão desta quarta-feira (11) para uma conversa sobre fundos multimercado.

O especialista comenta qual é a visão e perspectivas dos gestores dos fundos multimercados presentes na série ‘Os Melhores Fundos de Investimento’: Onde estão as melhores oportunidades do mercado? Qual é o sentimento dos investidores em relação ao cenário atual?

Acompanhe AO VIVO:

DÓLAR A R$ 5,40

O dólar à vista acelerou os ganhos e opera em alta de quase 1%, a R$ 5,4083.

A moeda norte-americana avança com a deterioração da perspectiva dos investidores sobre o cenário fiscal após falas do presidente Lula.

Além disso, o mercado precifica a devolução da MP de PIS/Confis pelo Congresso, que era vista como uma alternativa compensatória à desoneração da folha de pagamentos. A decisão do Senado gera uma sensação de enfraquecimento do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

APENAS QUATRO AÇÕES SOBEM NO IBOVESPA

O Ibovespa acelerou queda com declarações do presidente Lula que suscitaram aversão ao risco dos investidores locais.

"Estamos colocando as contas públicas em ordem para assegurar o equilíbrio fiscal", disse Lula em evento.

Confira as quatro ações que sobem no Ibovespa agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
EMBR3Embraer ONR$ 39,020,54%
PRIO3Prio ONR$ 42,770,52%
NTCO3Natura ONR$ 14,940,47%
GGBR4Gerdau PNR$ 17,290,23%
SANTANDER REVISA PROJEÇÃO DA SELIC

O Santander elevou a previsão da Selic de 9,75% para 10% no fim de 2024.

A mudança deve-se a uma alteração nas expectativas do banco após o IPCA de maio, divulgado ontem (11). O banco agora prevê estabilidade da taxa Selic a 10,50% na próxima reunião do Copom, que acontece na semana que vem. Antes, a perspectiva era de corte de 0,25 ponto percentual, levando a taxa de juros a 10,25% ao no.

"As expectativas de inflação pioraram desde a última reunião", afirma o relatório. Além disso, outras variáveis como as estimativas sobre o cenário fiscal e o preço das commodities também se deterioraram desde a decisão do Copom em maio, segundo o relatório.

O Santander espera dois cortes na Selic, de 0,25 ponto percentual em novembro e outro da mesma magnitude em dezembro.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York operam em alta após a abertura das negociações.

Os investidores repercutem o CPI, que veio melhor que o esperado e elevou as apostas de dois cortes nos juros até dezembro deste ano.

O índice de preço ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) ficou estável em maio ante abril. O resultado ficou abaixo das previsões de alta de 0,3% na base mensal.

O núcleo do CPI, que exclui itens mais volatéis como energia e combustíveis, avançou 3,4% em maio, na base anual, ante a estimativa de alta de 3,5% do mercado.

Os investidores aguardam agora a decisão sobre os juros do Federal Reserve (Fed). A expectativa é de manutenção dos juros no intervalo entre 5,25% a 5,50% ao ano.

Confira o desempenho dos índices de Nova York após a abertura:

  • S&P 500: +0,86%, aos 5.421,34 pontos;
  • Dow Jones: +0,69%, aos 39.015,45 pontos;
  • Nasdaq: +1,20%, aos 17.548,62 pontos.
IBOVESPA PERDE FORÇA

O Ibovespa inverteu o sinal e opera na mínima com queda de 0,30%, aos 121.272 pontos.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em alta de 0,48%, aos 122.215 pontos após a abertura e caminha para zerar as perdas da semana.

O tom positivo é sustentado pelo alívio no curva de juros futuros, na esteira dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys — que repercutem a estabilidade da inflação em maio.

Por aqui, os investidores reagem à aprovação do projeto Mover no Senado, que entre as medidas, suspende a isenção das compras internacionais de até US$ 50.

Lá fora, além da repercussão do CPI dos Estados Unidos, o mercado aguarda a decisão sobre os juros pelo Federal Reserve, que deve ser acompanhada pela entrevista coletiva do presidente do BC norte-americano, Jerome Powell.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam em alta no pré-mercado em Nova York acompanhando os futuros após a inflação norte-americana permanecer estável em maio ante abril.

Petrobras avança com a alta de mais de 1% do petróleo, enquanto Vale destoa do desempenho do minério de ferro e sobe com o anúncio de uma nova proposta de acordo sobre o desastre de Mariana (MG).

  • Petrobras (PBR): +0,68%, a US$ 14,70;
  • Vale (VALE): +0,97%, a US$ 11,49.
MERCADO DE COMMODITIES

O mercado de commodities opera, mais uma vez, sem direção única.

O minério de ferro encerrou as negociações em queda de 0,92%, a US$ 111,72 o barril em Dalian, na China.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent sobem 1,340%, a US$ 83,07 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

REAÇÃO AO CPI

Após o CPI estável na comparação mensal, os futuros de Nova York ampliaram os ganhos. O índice Dow Jones futuro avançou mais de 200 pontos e opera com alta de 0,64%. Nasdaq futuro sobe quase 1% e S&P 500, +0,78%.

Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, operam nas mínimas intraday.

O dólar seguiu ritmo de queda e opera a R$ 5,35.

Já a chance de dois cortes nos juros dos Estados Unidos até dezembro aumentou para 43%, segundo a ferramenta de monitoramento FedWatch, do CME Group.

INFLAÇÃO NOS EUA

Nos Estados Unidos, o índice de preço ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) ficou estável em maio ante abril. O resultado ficou abaixo das previsões de alta de 0,3% na base mensal.

O núcleo do CPI, que exclui itens mais voláteis como energia e combustíveis, avançou 3,4% em maio, na base anual, ante a estimativa de alta de 3,5% do mercado.

Ainda que o CPI não seja a referência de inflação para o Federal Reserve, o dado repercute nas apostas sobre a política monetária dos Estados Unidos.

O QUE ESPERAR DO MERCADO DE PRIVATE EQUITY A PARTIR DE AGORA

Sem novos IPOs desde 2022 e em meio a condições macroeconômicas globais conturbadas, o mercado de capitais privado brasileiro vivencia um verdadeiro cenário de “batalha” em 2024, na avaliação de Priscila Rodrigues, sócia da Crescera Capital e presidente da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP).

Os investimentos em private equity — isto é, que compram participações em empresas — somaram R$ 5,4 bilhões entre janeiro e maio no Brasil, uma queda de 19,4% em relação ao mesmo período de 2023, de acordo com relatório produzido pela TRT Data em parceria com a ABVCAP.

Quando comparadas com igual intervalo de 2021, quando a cifra chegou a R$ 11 bilhões antes do início da seca dos IPOs na bolsa brasileira, as aplicações nesta indústria caíram pela metade.

Vale lembrar que as aberturas de capital são uma das principais formas de saída para os fundos de private equity — que têm como objetivo vender suas participações no futuro, geralmente através de um IPO ou da venda da fatia para outra empresa.

Leia mais.

ANTES DO CPI

Na expectativa pelo CPI, os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, renovam mínimas.

O título para 10 anos recua a 4,290%, enquanto o de 30 anos cai a 4,448%.

O dólar á vista opera na mínima a R$ 5,3497, com queda de 0,21%.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) abriram em estabilidade na cauda mais curta e com viés de alta nos vencimentos mais longos, na expectativa pela decisão dos juros nos Estados Unidos.

Confira como abriram os DIs hoje:

CÓDIGONOME ABE FEC
DI1F25DI Jan/2510,64%10,64%
DI1F26DI Jan/2611,20%11,20%
DI1F27DI Jan/2711,52%11,52%
DI1F28DI Jan/2811,80%11,79%
DI1F29DI Jan/2911,93%11,90%
DI1F30DI Jan/3012,06%12,03%
DI1F31DI Jan/3112,09%12,06%
DI1F32DI Jan/3212,14%12,09%
DI1F33DI Jan/3312,11%12,09%
MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

A COLETIVA DE IMPRENSA MAIS CARA DO MUNDO

O principal evento do dia na agenda internacional é a reunião do Federal Reserve, que incluirá a publicação trimestral das projeções econômicas e a tradicional coletiva de imprensa conduzida por Jerome Powell, presidente da autoridade monetária.

Embora não se espere uma mudança na taxa de juros, o tom do comunicado pode se tornar mais austero, especialmente após os últimos dados de payroll.

Parece cada vez mais que o comitê está seguindo a linha de pensamento de Powell, aceitando uma inflação mais alta para evitar uma recessão, contrariando o que muitos membros acreditam ser ideal.

Apesar da ansiedade, os mercados europeus e os futuros americanos estão em alta nesta manhã.

No entanto, a situação é diferente na Ásia, onde a maioria das ações caiu nesta quarta-feira.

A expectativa por novos sinais sobre a inflação e as ações do Federal Reserve, juntamente com relatos de um escrutínio comercial mais rigoroso dos EUA contra a China, afetaram negativamente o sentimento do mercado.

Além disso, evidências de nacionalismo econômico na União Europeia também chamaram a atenção, com a provável imposição de um imposto significativo sobre veículos elétricos chineses.

Além do evento no Federal Reserve, a agenda do dia inclui dados de inflação ao consumidor nos EUA, tornando a macroeconomia internacional especialmente relevante nesta quarta-feira.

A ver…
00:52 — Cansou de cair? Veremos hoje…

Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 0,76%, alcançando 121.681 pontos, mesmo com a surpresa negativa em relação à inflação ao consumidor.

Os investidores reagiram principalmente à alta dos preços do petróleo, o que impulsionou as ações da Petrobras e da Prio, destacando-as entre as principais contribuições positivas.

Além disso, a possibilidade de o governo retirar a medida provisória que limita o uso de créditos do PIS/Cofins beneficiou as varejistas. Em relação à inflação, observamos uma alta de 0,46% em maio, superando a expectativa de 0,42% e o índice de 0,38% registrado em abril.

Esse aumento foi impulsionado por uma aceleração relativamente ampla, incluindo bens industriais, serviços básicos, serviços intensivos em mão de obra, passagens aéreas e eletricidade.

Mesmo com esses dados, a terça-feira foi marcada por uma propensão ao risco, corrigindo os excessos de pessimismo observados na sexta-feira anterior.

Para hoje, o foco está na absorção da agenda internacional e nos dados do setor de serviços. Em Brasília, continuamos a acompanhar os esforços do Ministério da Fazenda para controlar a expansão dos gastos e compensar a manutenção da desoneração fiscal.

Paralelamente, as discussões sobre a Reforma Tributária do Consumidor prosseguem.

Nesta quarta-feira, especificamente, será fundamental acompanhar a votação da emenda constitucional que garante autonomia financeira ao Banco Central em comissão do Senado, o que tornaria a instituição independente em termos orçamentários. Embora essa medida seja defendida pelo governador do Banco Central, enfrenta oposição do governo.

Caso aprovada pela comissão, a proposta seguirá para análise no plenário do Senado. Essa aprovação representaria um avanço significativo, especialmente enquanto aguardamos a publicação do decreto sobre a adoção de um horizonte contínuo de metas de inflação a partir de 2025, permitindo que a meta de inflação seja perseguida por um período superior a um ano.

No entanto, ainda há muito a ser feito para ancorar as expectativas inflacionárias.

01:47 — E essa inflação americana?

Nos EUA, os índices S&P 500 e Nasdaq Composite voltaram a atingir recordes de fechamento, impulsionados por um número relativamente pequeno de empresas: apenas 182 ações do S&P 500 subiram.

Para ilustrar, o ETF Invesco S&P 500 Equal Weight, que dá a todas as ações do índice o mesmo peso, caiu 0,4%. Hoje, especificamente, os índices voltam a subir nos futuros, ao menos pela manhã.

Na agenda, será fundamental acompanhar o dado de inflação ao consumidor de maio e o resultado da reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC).

Com relação ao dado de inflação, a forte deflação nos bens energéticos deve resultar em uma desaceleração significativa do índice, de 0,3% para 0,1% na comparação mensal.

O núcleo do IPC, porém, deverá permanecer em torno de 0,3% devido à recuperação contínua dos preços nos serviços médicos e nos seguros automotivos.

Se essa dinâmica se concretizar, o índice aumentará 3,4% na comparação anual, permanecendo estável em relação a abril, enquanto o núcleo registrará uma ligeira desaceleração de 3,6% para 3,5%.

Um dado em linha ou ligeiramente abaixo do esperado provavelmente não mudará o tom do comitê hoje, mas poderá direcionar de maneira mais positiva o mercado nos próximos meses. Por outro lado, um dado forte seria desfavorável.

02:36 — Para além da coletiva mais cara do mundo

Além dos dados de inflação, o grande destaque do dia será a conclusão da reunião do Fed. Ninguém espera uma mudança nas taxas de juros agora, o que coloca ainda mais peso na fala de Powell em sua coletiva de imprensa.

Historicamente, Powell tem adotado um tom mais "dovish" (flexível), mas como já faz quase um mês desde sua última aparição, é possível que haja novidades.

Além disso, teremos a atualização do Sumário de Projeções Econômicas (SEP) do FOMC, conhecido como Dot Plot. Este documento é uma coleção trimestral de previsões para a economia, inflação, mercado de trabalho e taxas de juros, realizadas pelos sete governadores do Fed e pelos 12 presidentes regionais do banco.

Em março, a previsão mediana do SEP indicava uma meta para a taxa dos fundos federais até o final de 2024, o que implicava três cortes de 25 pontos base este ano. É provável que isso mude, considerando o mercado de trabalho resiliente e a inflação persistente observada desde então.

Provavelmente, o consenso do Fed se ajustará para dois cortes de 25 pontos base, mas com grande dispersão entre os membros, com alguns apostando em apenas um corte ou até nenhum.

Se houver alguma surpresa significativa no sumário, podemos esperar mais volatilidade no mercado. A questão que permanece é até quando Powell conseguirá manter um tom mais dovish em sua coletiva.

03:25 — A força dos veículos chineses

Os fabricantes chineses de veículos elétricos apresentaram números impressionantes de entrega em maio. A BYD, que no ano passado superou a Tesla como a maior vendedora de EVs do mundo, manteve a liderança com mais de 300 mil veículos elétricos e híbridos plug-in vendidos pelo terceiro mês consecutivo.

Um dos destaques da BYD é o hatchback elétrico Seagull, que, vendido por menos de US$ 10 mil na China, tem conquistado o mercado ao oferecer recursos premium, como carregamento de telefone sem fio, a um preço acessível.

A BYD planeja começar a vender o Seagull na Europa no próximo ano, o que pode representar um grande desafio para os fabricantes de automóveis europeus.

Outros pequenos fabricantes chineses de veículos elétricos, como Nio, XPeng e Li Auto, também aumentaram suas entregas em maio. A presença crescente de carros chineses será cada vez mais comum ao redor do mundo, como já vemos acontecer no Brasil, por exemplo.

Essa transformação não ocorre da noite para o dia e leva alguns anos para que haja uma maior consolidação do mercado, principalmente devido à necessidade de mais infraestrutura para suportar a indústria (como observado no exemplo brasileiro).

Mesmo assim, as exportações de veículos da China quintuplicaram durante a pandemia, com 5 milhões de remessas registradas no ano passado. Essa é uma tendência que veio para ficar.

04:18 — A resposta de Musk

Nos últimos dias, além das novas iniciativas em inteligência artificial da Apple, as ações da Nvidia também se destacaram após a startup de IA de Elon Musk, xAI, levantar US$ 6 bilhões de investidores, elevando sua avaliação para US$ 24 bilhões. Antes dessa rodada de financiamento, a xAI era avaliada em US$ 18 bilhões.

Os novos fundos serão usados para lançar os primeiros produtos da xAI no mercado e desenvolver infraestrutura avançada.

Entre os investidores estão Andreessen Horowitz, Sequoia Capital, Fidelity Management e o príncipe saudita Alwaleed Bin Talal.

Em novembro, a xAI anunciou o desenvolvimento de um chatbot baseado em IA chamado “Grok”, voltado para alguns usuários pagantes do X, a plataforma de mídia social anteriormente conhecida como Twitter. Elon Musk, em uma postagem no X, afirmou que Grok estava sendo treinado para acessar informações do site em tempo real.

Esse investimento chega em um momento em que a xAI busca desafiar o domínio da OpenAI, atualmente avaliada em cerca de US$ 80 bilhões. Indícios sugerem que mais novidades poderão ser anunciadas em breve.

SERVIÇOS CRESCEM MAIS DO QUE O ESPERADO, DIZ IBGE

O volume de serviços prestados no país teve alta de 0,5% na passagem de março para abril, de acordo com o que foi divulgado pelo IBGE mais cedo. As projeções do Broadcast apontavam para uma alta com mediana em 0,2% e teto em 1,0%.

Esse é segundo resultado positivo seguido, com ganho acumulado de 1,2% no período.

Com isso, o setor de serviços se situa 12,9% acima do nível pré-pandemia (de fevereiro de 2020) e 0,7% abaixo do ponto mais alto da série histórica, alcançado em dezembro de 2022.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o setor mostrou expansão de 5,6%, se recuperando do recuo de 2,2% registrado em março. A mediana das projeções apontava para uma alta de 4,3%.

Por fim, no acumulado do ano, o volume de serviços teve alta de 2,3% no primeiro quadrimestre de 2024, frente a igual período de 2023, enquanto as projeções davam conta de uma expansão de 1,9%.

ESQUENTA DOS MERCADOS

O Ibovespa futuro começou o dia em alta de 0,14%, aos 121.800 pontos. Já o dólar à vista sobe 0,16% desde a abertura, cotado a R$ 5,3697.

SUZANO ENTRA NO RAMO TÊXTIL E COMPRA 15% DE FABRICANTE DE FIBRAS

A Suzano (SUZB3) informou na noite da última terça-feira (11) que firmou uma parceria com a B&C Holding Österreich GmbH para adquirir uma participação minoritária de 15% das ações da Lenzing Aktiengesellschaft, detidas pela holding.

Segundo as informações divulgadas à CVM, a operação deve sair por 229.971.261,90 de euros, equivalente a R$ 1,309 bilhão.

A Lenzing é uma empresa com sede na Áustria, focada em tecidos sustentáveis e fibras especiais de celulose, à base de madeira, com capacidade superior a 1 milhão de toneladas.

Esses fios são utilizados tanto na indústria têxtil quanto na fabricação de materiais de higiene e outros produtos.

Leia mais.

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO AZUL

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no azul nesta quarta-feira.

Entretanto, a carregada agenda do dia faz com que a alta seja discreta.

Antes da abertura, os investidores conheceram os números mais recentes da inflação ao consumidor norte-americano.

À tarde, ainda com os mercados abertos, o Fed anuncia sua decisão de política monetária.

Confira:

  • S&P 500 futuro: +0,14%
  • Dow Jones futuro: +0,11%
  • Nasdaq futuro: +0,15%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM LEVE ALTA

As principais bolsas de valores da Europa ensaiam uma recuperação nesta quarta-feira.

Os investidores ensaiam alguma recuperação antes dos números da inflação e da decisão do Fed nos Estados Unidos.

Confira as bolsas na Europa agora:

  • DAX (Frankfurt): +0,54%
  • CAC 40 (Paris): +0,42%
  • FTSE 100 (Londres): +0,67%
  • Euro Stoxx 600: +0,49%
PRODUÇÃO INDUSTRIAL DO REINO UNIDO CAI MAIS QUE O PREVISTO

A produção industrial do Reino Unido caiu mais do que se esperava na passagem de março para abril.

O indicador registrou contração de 0,9% em abril ante março. A expectativa era de queda de 0,1% no período.

Na comparação anual, a produção industrial britânica teve queda de 0,4% em abril. Neste caso, a expectativa era de avanço de 0,3%.

INFLAÇÃO AO CONSUMIDOR ALEMÃO ACELERA EM MAIO

O índice de preços ao consumidor da Alemanha acelerou em maio.

Depois de crescer 2,2% em abril, a inflação avançou à taxa anualizada de 2,4% no mês passado.

Na leitura mensal, os preços subiram 0,1% na passagem de abril para maio na Alemanha.

Os resultados vieram em linha com as estimativas.

BOLSAS DA ÁSIA FECHAM SEM DIREÇÃO ÚNICA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta quarta-feira.

Os investidores repercutem os números da inflação na China enquanto aguardam a decisão do Fed nos EUA.

A bolsa de Taiwan subiu 1,18% e fechou em sua máxima histórica em meio ao entusiasmo com novos recursos de inteligência artificial (IA) da Apple.

Também fecharam no azul as bolsas de Xangai (+0,31%) e Seul (+0,84%).

Já as bolsas de Tóquio e Hong Kong recuaram respectivamente 0,66% e 1,31% em reação aos noticiários locais.

Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:

  • Xangai: +0,31%
  • Tóquio: -0,66%
  • Hong Kong: -1,31%
  • Kospi: +0,84%
  • Taiwan: +1,18%%
PREÇO AO PRODUTOR CHINÊS RECUA EM MAIO

O índice de preços ao produtor (PPI) da China voltou a recuar em maio, mas menos do que em abril.

O indicador caiu 1,4% em maio no acumulado em 12 meses. Em abril, a queda foi de 2,5%. Analistas esperavam queda de 1,8%.

Na comparação mensal, o PPI registrou alta de 0,2% em maio.

INFLAÇÃO SOBE MENOS QUE O PREVISTO NA CHINA

O índice de preços ao consumidor (CPI) cresceu menos que o previsto em maio.

A inflação na China ficou em 0,3% no acumulado em 12 meses até maio, mantendo o ritmo observado em abril. Analistas esperavam aceleração a +0,4%.

Na leitura mensal, houve deflação de 0,1%.

O QUE ROLOU NOS MERCADOS ONTEM?

Na véspera da decisão de política monetária dos Estados Unidos, os bancos brasileiros foram os impulsionadores do Ibovespa — em dia de alguns ventos contrários para a economia local.

O principal índice da bolsa brasileira recuperou o fôlego deixado nos últimos minutos da sessão anterior e fechou o pregão hoje com a alta de 0,73%, aos 121.635 pontos.

O dólar seguiu no ritmo de ganhos e terminou o dia a R$ 5,36, com leve alta de 0,08% no mercado à vista.

Por aqui, o grande destaque do dia foi a divulgação do IPCA. A inflação avançou acima do esperado para maio. No acumulado de 12 meses, o dado seguiu abaixo do teto da meta de inflação do Banco Central para este ano.

Contudo, parte do mercado financeiro já descarta um novo corte nos juros e prevê que a Selic termine 2024 a 10,50% ao ano. O movimento da curva de juros, porém, teve uma reação contrária: alívio em todos os vencimentos na esteira dos Treasurys.

Lá fora, os investidores ficaram em compasso de espera dos dados de inflação e da decisão dos juros nos Estados Unidos. O Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês; equivalente ao Copom do BC brasileiro) deve manter os juros inalterados na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano.

O mercado espera alguma sinalização de um ou dois cortes até o fim do ano na entrevista coletiva dada pelo presidente do Fed, Jerome Powell, após a decisão.

Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (11).

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