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Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril.
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Bolsa ou renda fixa? Como ficam os investimentos após Campos Neto embolar as projeções para a Selic

As estimativas para a Selic subiram com a expectativa de juro elevado por mais tempo e por previsão de Roberto Campos Neto de que afrouxamento pode diminuir já na próxima reunião do Copom

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
27 de abril de 2024
11:00 - atualizado às 1:26
Campos Neto, Selic
Campos Neto e o futuro da Selic. - Imagem: Montagem Seu Dinheiro com imagens de Canvas Pro e Agência Brasil

A inflação persistente nos Estados Unidos e o risco geopolítico decorrente da guerra em curso no Oriente Médio têm pesado sobre as previsões para os juros americanos e adiado a expectativa do mercado – e do próprio Federal Reserve – para o início do período de cortes das taxas por lá.

Mas a força da economia americana e do dólar não se relacionam apenas com os juros altos nos EUA, mas também por aqui. Quanto mais o Fed demorar para iniciar o afrouxamento monetário, menor o espaço para o nosso próprio Banco Central baixar a Selic.

Esse freio internacional, em conjunto com as incertezas fiscais e um risco de pressão inflacionária por aqui – decorrente justamente do dólar mais forte – têm feito com que o mercado local revise para cima as suas projeções para a Selic no fim do ano e também ao final do ciclo de quedas.

Se há cerca de um mês as instituições financeiras ouvidas pelo Boletim Focus, do Banco Central, esperavam uma Selic em 9,00% ao fim de 2024 e 8,50% no final do ciclo de cortes, na última edição da publicação, essas estimativas subiram para 9,50% e 9,00%, respectivamente. Mas já há no mercado quem enxergue Selic a 10,00% ou 9,75% ao fim do ciclo.

Campos Neto puxou o freio de mão?

O fator determinante para a revisão para cima das projeções para a Selic terminal veio do próprio presidente do BC, Roberto Campos Neto. Primeiro, a instituição sinalizou que só haveria mais um corte de 0,50 ponto percentual na Selic. Mais recentemente, porém, Campos Neto admitiu a possibilidade de reduzir o risco de cortes já na próxima reunião.

Então, agora que os juros no Brasil possivelmente não vão cair tanto quanto esperavam inicialmente os investidores, como ficam as perspectivas para os investimentos?

Para avaliar esse novo cenário, eu e Vinícius Pinheiro recebemos, nesta semana, Henrique Castiglione, sócio e CEO da EWZ Capital, assessoria de investimentos ligada ao banco BTG Pactual. Ele falou sobre renda fixa, ações e fundos imobiliários, além de escolher, é claro, seus touros e ursos da semana.

Este episódio do podcast Touros e Ursos tem oferecimento do BTG Pactual e pode ser acompanhado na íntegra neste link ou no tocador abaixo:

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