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Camille Lima
Camille Lima
Repórter no Seu Dinheiro. Estudante de Jornalismo na Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS). Já passou pela redação do TradeMap.
INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

Elon Musk quer colocar um chip no seu cérebro em seis meses; entenda os projetos da Neuralink

A companhia de Musk quer desenvolver um dispositivo cerebral que poderia ajudar pacientes com deficiência a se mover e se comunicar novamente, além de restaurar a visão

Camille Lima
Camille Lima
1 de dezembro de 2022
14:06
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Imagem: Getty Images/Divulgação - Montagem: Julia Shikota

Gênio, bilionário, playboy e filantropo, Elon Musk é conhecido por suas inovações no mercado de tecnologia. Uma das mais recentes empreitadas do CEO da Tesla é no segmento de interface neural — e o executivo já estipulou uma data para implantar chips em cérebros humanos.

Deixe-me explicar. Em 2017, o empresário fundou a Neuralink, que procura desenvolver um dispositivo que poderia ser incorporado ao cérebro para gravar a atividade do órgão e potencialmente estimulá-la.

Segundo o bilionário, o objetivo final é alcançar a "simbiose" entre o cérebro humano e a inteligência artificial — e ajudar pacientes com deficiência a se mover e se comunicar novamente.

De acordo com uma apresentação de Musk na sede da Neuralink que durou quase três horas, o chip cerebral também também terá como objetivo restaurar a visão.

A expectativa do bilionário é iniciar os testes clínicos do chip cerebral sem fio em humanos em seis meses. Há aproximadamente três anos, a empresa busca aprovação dos órgãos reguladores norte-americanos para seguir em frente com os testes.

“Queremos ser extremamente cuidadosos e ter certeza de que funcionará bem antes de colocar um dispositivo em um ser humano”, disse o cofundador da companhia.

A problemática do chip de Elon Musk

Apesar dos pontos positivos, a nova tecnologia de Elon Musk também teve repercussões negativas ao redor do mundo. 

Desde a fundação da companhia, sediada no Texas, a Neuralink tem realizado testes em animais enquanto procura a aprovação da FDA (Food and Drug Administration) dos Estados Unidos para continuar com a inovação.

O projeto da Neuralink foi marcado por acusações de maus-tratos com os macacos utilizados nos experimentos.

Em 2019, o bilionário anunciou que a empresa havia implantado com sucesso seu chip em primatas e informou que começaria os testes dentro de um ano. Porém, a companhia não foi capaz de cumprir o prazo devido a desafios regulatórios.

Em uma conferência no final do ano passado, o CEO da Tesla também disse esperar iniciar os testes em humanos em 2022 — o que também não aconteceu.

Mesmo assim, Elon Musk enfatizou na última apresentação a velocidade com que a empresa está desenvolvendo o dispositivo cerebral.

“À princípio, o progresso, particularmente no que se aplica aos humanos, talvez pareça agonizantemente lento, mas estamos fazendo todas as coisas para desenvolvê-lo em paralelo. Portanto, em teoria, o progresso deveria ser exponencial”, anunciou o executivo.

O chip cerebral de Musk

A intenção do dispositivo desenvolvido por Elon Musk é criar uma uma conexão direta entre um computador e o chip inserido no cérebro. 

O processo de instalação do aparelho deve ser semelhante à cirurgia ocular a laser Lasik, segundo Musk, com fios e máquina inseridos no paciente por um robô em um procedimento “seguro e indolor”. 

As duas primeiras aplicações humanas destacadas pelo bilionário são restaurar a visão e permitir o movimento dos músculos em pessoas que não conseguem realizá-lo.

"Mesmo que alguém nunca tenha tido visão, nunca, como se tivesse nascido cego, acreditamos que ainda podemos restaurar a visão", disse Musk.

A tecnologia também poderia ser usada para ajudar pessoas que sofrem de doenças cerebrais, como Parkinson, demência e Alzheimer.

O bilionário ainda sugere que o Neuralink poderá ajudar a controlar os níveis hormonais e usá-los para o aperfeiçoamento do raciocínio e alívio da ansiedade.

Fim da briga com a Apple?

Há dois dias, eu relatei aqui no Seu Dinheiro que Elon Musk havia declarado uma verdadeira guerra contra a Apple e a “censura na América”.

O CEO da Tesla criticou a empresa de Tim Cook após a suposta ameaça da big tech de remover o Twitter da loja de aplicativos App Store, além das taxas cobradas pela companhia em sua loja de aplicativos, consideradas pelo bilionário um “imposto secreto de 30%”.

Acontece que, apenas um dia depois do “chamado para o fight” de Musk, o CEO da Tesla anunciou que todas as tensões teriam sido resolvidas 

O executivo publicou na tarde de ontem um vídeo no Twitter na sede da Apple, na Califórnia, com uma mensagem agradecendo o CEO da companhia por mostrar a ele o lugar. 

“Boa conversa. Entre outras coisas, resolvemos os mal entendidos sobre o Twitter ser possivelmente removido da App Store. Tim deixou claro que a Apple nunca considerou fazer isso”, escreveu Musk, em tweet.

*Com informações de Reuters e MarketWatch

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