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Camille Lima
Camille Lima
Repórter no Seu Dinheiro. Estudante de Jornalismo na Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS). Já passou pela redação do TradeMap.
FOME POR EXPANSÃO

BTG Pactual (BPAC11) compra 100% da carteira da Planner Investimentos e acirra disputa com XP por agentes autônomos

Com o negócio, a corretora Planner vai deixar de atuar na corretagem e assessoria de investimentos para pessoas físicas

Camille Lima
Camille Lima
26 de janeiro de 2022
11:28 - atualizado às 11:29
Escritório do BTG Pactual
Escritório do BTG Pactual - Imagem: Divulgação

O BTG Pactual (BPAC11) está determinado a se expandir e conquistar cada vez mais territórios no segmento de assessoria de investimentos.

Desde 2017, o banco vem trilhando um caminho de compras importantes, tanto de empresas, incluindo nomes como Empiricus, Ourinvest, Necton e Fator, como de participações em corretoras.

No novo episódio de sua série de aquisições, o maior banco de investimentos da América Latina comprou 100% da carteira da Planner Investimentos. O valor do negócio não foi informado.

"A aquisição dessa carteira da Planner nos permite ganhar ainda mais escala, com diluição de custos, ganhos de eficiência, sinergia e produtividade”, disse Marcelo Flora, sócio responsável pelo BTG Pactual digital.

Disputa entre BTG e XP

Segundo a Bloomberg Línea, a gigante XP também estava na briga pela carteira. A disputa aumenta a rivalidade entre as companhias pelos quatro milhões de CPFs que possuem quase meio bilhão de reais em investimentos de renda variável no Brasil.

Para o jornal, a estratégia do BTG nesse segmento é aumentar o número de agentes autônomos.

Recentemente, a rival anunciou um novo acordo para criar uma corretora em sociedade com escritórios de agentes autônomos de investimento

A operação aconteceu em um momento em que a XP tentava se blindar do avanço de suas concorrentes — em especial, do BTG — no segmento.

Tchau, corretagem e assessoria

A Planner, considerada uma das corretoras de valores mobiliários mais tradicionais de São Paulo, vai deixar de atuar na corretagem e assessoria de investimentos para pessoas físicas. 

“Agora, esses assessores e clientes da Planner Investimentos terão acesso a toda a estrutura tecnológica e oferta de produtos do BTG Pactual”, destacou o sócio responsável pelo BTG Pactual digital.

O negócio não inclui nenhum CNPJ e nem a marca Planner. Assim, a empresa poderá continuar a operar normalmente no segmento institucional.

Novos focos estratégicos

A companhia disse estar estrategicamente focada em outros segmentos que considera prioritários.

“Vamos reforçar nossas equipes em serviços com foco maior nos investidores institucionais, como Fundos, Câmbio, Investment banking, Asset Management, agente fiduciário, operações estruturadas e assessoria financeira, que sempre foi uma tradição nossa”, esclareceu Carlos Arnaldo Borges, CEO e acionista controlador da Planner Investimentos.

Vale lembrar que o fechamento da operação ainda está sujeito à verificação de condições precedentes, como as aprovações regulatórias do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do Banco Central.

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