🔴 É HOJE! COMO COMPRAR CARROS COM ATÉ 50% DE DESCONTO NA TABELA FIPE – CONHEÇA A ESTRATÉGIA

Ricardo Gozzi
AGORA VAI?

A Alibaba aumentou seu programa de recompra de novo – e as ações dispararam em Hong Kong

Depois de ver suas ações atingirem a mínima histórica em 11 de março, a Alibaba elevou seu programa de recompra pela segunda vez em menos de um ano

Ricardo Gozzi
22 de março de 2022
7:28 - atualizado às 7:35

A Alibaba, gigante chinesa do comércio eletrônico fundada pelo bilionário Jack Ma, pode ser acusada de muitas coisas, menos de falta de iniciativa para recuperar os dias de glória.

As ações da Alibaba subiram mais de 11% no pregão de hoje em Hong Kong depois de a empresa ter anunciado que vai aumentar seu programa de recompra de ações de US$ 15 bilhões para US$ 25 bilhões.

O esquema de recompra de ações será válido até março de 2024, informou a Alibaba. O programa de recompra inclui os ADRs da empresa em Nova York. A Alibaba também possui BDRs listados na B3 sob o ticker BABA34.

Alibaba vê ações depreciadas

A gigante do comércio eletrônico busca recuperar a confiança dos investidores depois de suas ações terem perdido cerca de dois terços de seu valor desde sua máxima histórica, atingida em outubro de 2020.

“O preço das ações do Alibaba não reflete de maneira justa o valor da empresa, devido aos nossos robustos planos de saúde e expansão financeira”, disse o vice-diretor financeiro da empresa, Toby Xu, em comunicado.

Da máxima histórica à mínima histórica

Esta é a segunda vez em poucos meses que a Alibaba incrementa seu programa de recompras.

Em dezembro de 2020, quando as ações já se distanciavam bastante das máximas históricas, a Alibaba anunciou um primeiro programa de recompra de US$ 10 bilhões em ações. Incapaz de evitar a queda, o programa foi ampliado para US$ 15 bilhões em agosto do ano passado.

Agora, depois de ver suas ações atingirem sua mínima histórica em 11 de março, a Alibaba elevou novamente o programa, agora a US$ 25 bilhões.

Ventos contrários diminuíram?

Depois de atingir seu auge em outubro de 2020, a Alibaba enfrentou uma série de problemas, incluindo ventos contrários macroeconômicos e o contínuo aperto regulatório do governo chinês.

No ano passado, a Alibaba chegou a ser autuada em US$ 2,8 bilhões pelas autoridades antitruste da China.

Na semana passada, porém, autoridades chinesas manifestaram a intenção de manter estável o mercado de ações de Hong Kong e anunciaram medidas para estabilizar os setores imobiliário e de internet.

Com a alta de hoje, as ações da Alibaba já acumulam uma recuperação de mais de 50% desde a mínima histórica.

Resta saber se o programa de recompra vai surtir o efeito esperado por um período mais prolongado.

*Com informações da CNBC.

Compartilhe

CORRIDA DOS CARROS ELÉTRICOS

Elon Musk e Warren Buffett na mira do Alibaba: Saiba como a chinesa quer brigar com a Tesla e a BYD

2 de agosto de 2022 - 12:35

As companhias asiáticas anunciaram nesta manhã o lançamento de um centro de computação para treinar o software para automóveis autônomos

UM GIGANTE AINDA MAIOR?

Alibaba (BABA34) tem plano de listagem primária de ações em Hong Kong

26 de julho de 2022 - 9:55

Segundo o Alibaba, processo deve ser concluído até o fim deste ano e o plano é manter os papéis listados tanto na China quanto nos EUA

EFEITO MANADA

Jack Ma foi preso? Ação da Alibaba despenca com notícia de prisão de um Ma – e não era o Jack

3 de maio de 2022 - 7:17

Posterior esclarecimento de que a pessoa presa não era Jack Ma levou à recuperação das ações da Alibaba na bolsa de Hong Kong

MORDE-ASSOPRA

É a hora do Alibaba (BABA34)? Governo da China quer estimular a economia local e as big techs chinesas

29 de abril de 2022 - 15:16

Com crescimento mais lento da economia em três décadas, autoridades chinesas decidem reduzir a repressão e oferecer estímulos financeiros para o setor de tecnologia

RADIOCASH

Investidor superestima a China no curto prazo e subestima no longo prazo, diz Rodrigo Zeidan, professor da New York University Shangai

19 de janeiro de 2022 - 17:08

Em bate-papo com Jojo Washman, sócio-fundador da Vitreo, e com a jornalista Roberta Scrivano, ele também classifica a China como capitalista e fala do poder das fintechs no país

PROVENTO INUSITADO

Tencent e JD.com anunciam separação, mas vão continuar amigas: Gigante da tecnologia oferece mais de R$ 90 bi em ações da empresa de e-commerce como dividendo e cede controle

23 de dezembro de 2021 - 12:57

Os acionistas da Tencent ganharão uma ação da JD.com para cada 21 ações que detiverem na carteira; Wal-Mart passará a deter a maior fatia

EFEITO DOMINÓ?

Crise das big techs chinesas atinge em cheio o SoftBank

6 de dezembro de 2021 - 9:19

Ações do grupo japonês de tecnologia caíram mais de 8% hoje, afetadas pelo noticiário envolvendo a Alibaba e a Didi

Queima de estoque

Governo de cidade chinesa assume o controle do estádio do Guangzhou Evergrande, estimado em mais de R$ 10 bilhões

26 de novembro de 2021 - 12:31

Arena começou a ser construída em abril do ano passado, mas crise da Evergrande levou à paralisação da obra

Os ricos também choram

O que está por trás da ofensiva do governo da China contra os bilionários e detentores de grandes fortunas

29 de outubro de 2021 - 7:10

Aperto regulatório, medidas contra a formação de monopólios e estímulo à filantropia estão entre as ações adotadas por Pequim para mitigar as desigualdades no país

Nike e outras

Os 5 BDRs que têm tudo para voar alto com o consumo cada vez mais forte na China

27 de junho de 2021 - 16:02

As vendas no varejo na China sobem forte desde o começo do ano. Veja algumas empresas com forte exposição ao mercado chinês e com BDRs na B3

Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Continuar e fechar